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Pará

Usuários do Hospital Regional de Marabá-PA são orientados sobre câncer de próstata

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Durante o ‘Novembro Azul’, o Hospital Regional do Sudeste do Pará – Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá (PA), tem intensificado as orientações sobre o câncer de próstata. Nesta quarta-feira, 22, os usuários ambulatoriais, que aguardavam a chamada para exames, participaram de um bate-papo sobre o tema.

Ana Lúcia Ramos, de 44 anos, foi uma delas. Depois de ouvir atenta o alerta, a dona de casa comentou que ainda é grande o número de homens que deixam de ir ao consultório médico porque o exame do toque retal é considerado um tabu. ‘Meu marido é um exemplo disso. Eu o incentivo. Já até marquei consulta, mas ele inventa várias desculpas e não vai. Ele tem 50 anos e não quer fazer o exame’, relatou a usuária.

Segundo o urologista do HRSP, Cassiano Barbosa, o exame é rápido e indolor. ‘A partir dos 50 anos, o homem precisa começar a fazer exame de PSA e de toque retal. Se houver histórico familiar de câncer de próstata, é a partir dos 45 anos’, explicou o médico. Além de detectar o câncer, o exame ajuda a identificar outros problemas de saúde, como prostatite (inflamação na próstata) e feridas na região anorretal.

Sensibilização

Na próxima quinta-feira, 30/11, as orientações serão repassadas aos colaboradores do hospital pela equipe do Serviço Psicossocial. Também como forma de sensibilizar para a importância do diagnóstico precoce, até o final deste mês, o Hospital Regional do Sudeste do Pará está iluminando a sua fachada na cor azul em alusão ao movimento ‘Novembro Azul’.

Público e gerenciado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, ao longo do ano, o HRSP realiza outras ações de educação em saúde, com o objetivo de contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população da região, como os projetos ‘Saúde na Escola’, que leva informação a crianças e adolescentes, e ‘Hospital Regional Amigo da Comunidade’, que aproxima a unidade dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) na zona rural e comunidades em situação de vulnerabilidade. (Aretha Fernandes)

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Pará

Remo e Brasiliense disputam título inédito da Copa Verde nesta quarta

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O título da edição 2020 da Copa Verde não é a única motivação para Remo e Brasiliense, que decidem a competição regional nesta quarta-feira (24), às 16 (horário de Brasília), no Mangueirão, em Belém, com transmissão ao vivo da TV Brasil. O campeão garante um lugar direto na terceira fase da Copa do Brasil 2021. A simples participação no torneio nacional já assegura ao clube uma premiação de R$ 1,5 milhão concedida pela  da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). 

A vantagem é do Jacaré, que ganhou o jogo de ida por 2 a 1 no Mané Garrincha, em Brasília, no último domingo (21). O atacante Wallace abriu o marcador para os paraenses, mas os volantes Sandy e Aldo viraram o placar. Os brasilienses têm a vantagem do empate. O Leão Azul, por sua vez, tem que vencer por, ao menos, dois gols de diferença para levantar a taça. Se a vitória remista for por um gol de saldo, a decisão do título será definida na cobrança de pênaltis.

Seja quem for o campeão, o título será inédito. O Remo está pela segunda vez na final. Em 2015, o Leão Azul goleou o Cuiabá por 4 a 1 no primeiro jogo da decisão, mas foi atropelado por 5 a 1 no duelo de volta, ficando com o vice. Na campanha de 2020, o time paraense bateu Gama (1 a 0), Independente-PA (2 a 0 e 1 a 3, com  definição nos pênaltis por 3 a 0) e Manaus (1 a 1 e 6 a 2).

“No primeiro jogo [da final], começamos melhor, com mais posse de bola, mas sofremos o primeiro gol em uma desatenção e o segundo na bola parada, que treinamos tanto. A gente se cobrou para não repetirmos os mesmos erros. Nesta quarta-feira, vamos suar sangue. Cheguei agora [ao Remo], mas já pude sentir a atmosfera da torcida, sei que ela quer muito esse título e que ele será especial, não só para mim, mas para todos. Estamos confiantes”, disse o lateral remista Wellington Silva, em entrevista coletiva.

O Brasiliense disputa a final da competição pela primeira vez. A melhor campanha do clube distrital era a semifinal de 2014, na primeira edição do torneio, quando o Jacaré foi eliminado pelo rival Brasília, que levou o título daquele ano. Na trajetória até a decisão, o Jacaré superou Vitória-PE (4 a 0), Luverdense-MT (2 a 1), Atlético-GO (2 a 1 e 3 a 1) e Vila Nova (2 a 0 e 1 a 3, com 5 a 3 nos pênaltis).

“A Copa Verde contou com dois clubes de Série A, o Atlético-GO e o Cuiabá, que subiu esse ano [da Série B], e diversas equipes de Série B e de Série C. Mas quem está em destaque é justamente o Brasiliense, que disputa a Série D do Campeonato Brasileiro. A nossa campanha reflete o esforço e seriedade do trabalho nestes últimos anos e ainda coloca na vitrine do cenário nacional o futebol de Brasília, mais uma vez”, comemorou a presidente do Jacaré, Luísa Estevão, em depoimento à imprensa.

As equipes têm desfalques para a decisão. No Remo, a única ausência é o zagueiro Kevem, que sofreu uma lesão de grau dois na coxa direita. Também contundido, o meia Tobinha não estará em campo pelo Brasiliense. O clube distrital, por sua vez, tem a volta do meia Wagner Balotelli, que cumpriu suspensão na partida de ida e disputará posição com Peu na lateral esquerda.

Dirigido por Paulo Bonamigo, o Leão Azul tem como provável escalação: Vinícius; Wellington Silva, Fredson, Rafael Jansen e Marlon; pingo, Lucas Siqueira e Felipe Gedoz; Hélio, Wallace e Augusto. O técnico do Jacaré, Vilson Tadei, deve mandar a campo o time com: Edmar Sucuri; Diogo, Badhuga, Keynan e Peu (Wagner Balotelli); Aldo, Sandy, Zotti e Luquinhas; Maicon Assis e Zé Love.

Copa sustentável

O vencedor da Copa Verde será agraciado com três taças. Além da tradicional, o campeão receberá um troféu vivo, com mudas para serem plantadas na sede do clube, e outro feito de madeira certificada, idealizado pelo artista Paulo Alves. As mudas são referentes aos biomas das regiões dos finalistas: bacupari da Amazônia e puruí do Cerrado. O atleta que for eleito o melhor em campo também será premiado com um troféu de madeira certificada, idealizado pela designer Roberta Rampazzo.

As duas equipes entrarão em campo no Mangueirão vestindo camisas com patches (apliques) alusivos às faunas da Amazônia e do Pantanal, biomas presentes nas regiões dos times que participam da competição. A iniciativa visa incentivar a preservação das espécies. O do Remo homenageará a onça-pintada e o do Brasiliense será alusivo à arara-azul. (Lincoln Chaves)

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Pará

PARAUAPEBAS: Primeira mulher eleita cacique Xikrin toma posse

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A primeira mulher eleita cacique em Parauapebas tomou posse na manhã deste sábado, 20. Kôkôti Xikrin, de 28 anos, foi recepcionada em uma cerimônia festiva que contou com a participação de 11 aldeias do povo Xikrin, 43 aldeias Kayapó e representantes dos poderes Executivo e Legislativo do município.

A posse da primeira cacique do povo Xikrin do Cateté é uma demonstração de fortalecimento da cultura e do reconhecimento do papel da mulher na comunidade indígena. 

Kôkôti  Xikrin

A primeira cacique Xikrin é casada, mãe de três filhos e vem de uma linhagem de caciques. Ela foi escolhida pelo pai e pela comunidade por sempre ter demonstrado interesse em cuidar do seu povo, participando das reuniões de lideranças indígenas. “Agora, mesmo que as índias da nossa tribo não falem português, elas têm voz e têm força”, comemora a cacique. (Foto: Divulgação)

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Pará

PARAUAPEBAS: Cerca de 50 famílias já precisaram de apoio da Defesa Civil

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A período chuvoso na região de Carajás vem trazendo transtornos aos moradores de Parauapebas e a cidade segue em estado de alerta para riscos de deslizamentos e inundações.

Nesse fim de semana, cerca de 50 famílias vítimas de deslizamentos e inundação já foram atendidas pela Defesa Civil.

A Prefeitura vem oferecendo abrigo provisório, seguindo os protocolos sanitários contra o novo coronavírus, e aluguel eventual, para as famílias das áreas de risco.

Para acionar a Defesa Civil, ligue: 199 e 3356-2597.

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