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Tocantins

Vergonha. Pastor no TO é acusado de violar isolamento social e acaba enquadrado pela Justiça

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A pedido do Ministério Público do Tocantins, por meio da Promotoria de Justiça de Arraias, a Justiça proferiu, nesta terça-feira, 19, decisão liminar que impede o pastor Claudiney Pereira Alves de promover aglomeração de pessoas em eventos coletivos no município de Arraias.

A Ação Civil Pública (ACP) foi proposta, a partir da notícia remetida pela Secretaria Municipal de Saúde informando que o pastor descumpria regras do Decreto Municipal,  que impõe medidas emergenciais e restritivas de isolamento social para enfrentamento da pandemia do novo Coronavírus.

As violações das restrições foram comprovadas por meio de imagens e mensagens de áudio, inclusive de um almoço coletivo realizado, no último dia 16. “De uma análise dos informes do ofício da autoridade pública de saúde, fotografias e áudio, observa-se que requerido tem praticado condutas violadoras da Lei n° 13.979/2020 e do Decreto Municipal n° 056/2020 e legislação aplicável para enfrentamento da pandemia do Novo Coronavírus e doença da Covid-19 objetivando proteção da coletividade”, explicou o promotor de Justiça João Neuman na ação.

Com estes apontamentos, a Justiça impôs multa diária no valor de R$ 1 mil, em caso de descumprimento da ordem, determinou que a Polícia Militar e a Policia Civil façam cumprir as medidas estabelecidas no Decreto Municipal e que o Poder Público Municipal exerça a competência de fechar estabelecimento que esteja em desacordo com as medidas estabelecidas, independente de mandado judicial. (Denise Soares)

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Tocantins

Tocantins passa de 900 mortes por Covid-19

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que nesta quinta-feira, 24 de setembro, foram contabilizados 670 novos casos confirmados para Covid-19.

Deste total, 150 foram registrados nas últimas 24 horas e o restante por exames coletados em dias anteriores e que tiveram seus resultados liberados na data de ontem.

Desta forma, hoje o Tocantins registra um total de 199.194 pessoas notificadas com a Covid-19 e acumula 65.354 casos confirmados da doença. Destes 48.564 pacientes estão recuperados e 15.889 estão ainda ativos (em isolamento domiciliar ou hospitalar), além de 901 óbitos.

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Tocantins

Tocantins confirma 13 novas mortes por Covid-19 nesta quarta

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que nesta quarta-feira, 23 de setembro, foram contabilizados 583novos casos confirmados para Covid-19.

Deste total, 165 foram registrados nas últimas 24 horas e o restante por exames coletados em dias anteriores e que tiveram seus resultados liberados na data de ontem.

Desta forma, hoje o Tocantins registra um total de 197.508 pessoas notificadas com a Covid-19 e acumula 64.787 casos confirmados da doença. Destes 47.700 pacientes estão recuperados e 16.197 estão ainda ativos (em isolamento domiciliar ou hospitalar), além de 890 óbitos.

Clique AQUI e veja o boletim completo.

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Tocantins

Médica no Tocantins que desdenhou de paciente é indiciada por homicídio doloso

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A Polícia Civil do Estado do Tocantins, por intermédio da 26ª Delegacia de Polícia Civil de Araguaína, concluiu nesta quarta-feira, dia 23, as investigações referentes à apuração da conduta de uma médica de 43 anos, que ocasionou a morte da vítima Doralice Cavalcante Rodrigues, de 86 anos, fato ocorrido no dia 6 de dezembro de 2019.

Conforme o apurado, no dia cinco de dezembro de 2018 a vítima, idosa de 86 anos, passou mal e após ser atendida em sua residência pela equipe do Serviço Móvel de Urgência (SAMU), foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento de Araguaína. Na Unidade de Saúde foi constatado que a idosa estava bastante debilitada devido ao agravamento de um quadro de insuficiência respiratória que já estava sofrendo havia três dias, tendo em vista o fato de sofrer de pneumonia aguda. Dessa forma, ela foi logo em seguida encaminhada ao Hospital Regional de Araguaína.

Chegando ao HRA, por conta do estado de saúde gravíssimo em que se encontrava, a idosa foi, de imediato, encaminhada para a sala vermelha para que ali recebesse cuidados intensivos. No momento em que a idosa adentrava a referida sala, estando numa maca do SAMU, a médica plantonista e responsável pelo local, determinou que os funcionários retirassem a idosa dali, afirmando: “Ela está boa toda, melhor do que eu”, demonstrando total desdém para a condição em que se encontrava a paciente. Diante disso, a paciente foi encaminhada para a sala verde, local inadequado para ser atendida.

Toda a cena foi gravada pelo neto da idosa que apresentou o referido vídeo à Polícia Civil. Tendo em vista a inadequação da sala verde, a idosa faleceu no dia seguinte por insuficiência respiratória. Conforme apurado, a vítima passou por grande sofrimento, sendo que sua morte ocorreu 21 horas depois de dar entrada no HRA.

Ainda há relatos de testemunhas que afirmam que a médica, enquanto falava que a vítima estaria melhor do que ela empurrava a maca onde estava a idosa de forma abrupta e truculenta, deixando todos os que presenciaram a cena extremamente revoltados.

O delegado-chefe da 26ª DP, Luís Gonzaga da Silva Neto, concluiu o inquérito policial, com a médica sendo indiciada pela prática, em tese, do crime de homicídio doloso majorado, pois tinha o dever legal, como médica, de cuidado e o comportamento dela ocasionou, de forma direta, a morte da idosa. O caso agora fora encaminhado ao Poder Judiciário para as medidas cabíveis.

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