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Bico do Papagaio

XAMBIOÁ: Parentes de Isabel preparam dossiê e vão levar caso a Presidência

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Quatro meses depois do crime, que até agora não resultou em prisões de suspeitos e esclarecimentos em relação a autores, supostos mandantes e os motivos, parentes de Isabel Barbosa Pereira decidiram: querem levar ao conhecimento de autoridades nacionais o crime.

Para isso, irmãos da mulher morta com requintes de crueldade em junho, na cidade de Xambioá preparam um dossiê sobre o caso.

A intenção é levar o material para autoridades e instituições nacionais, como o Ministério da Justiça, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e até mesmo à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República.

“Estamos recolhendo tudo que é possível para denunciar o caso ao Brasil. Nosso objetivo é evitar, como já parece estar acontecendo, que a morte de minha irmã caia no esquecimento. Esse crime, pela maneira que foi, não pode ficar impune”, afirmou Celma Pereira, uma das irmãs de Isabel, em entrevista ao Patrulhaweb.

Ela critica o que considera falta de empenho dos responsáveis na investigação do caso. “Ninguém dá uma resposta para nós, da família.”

Isabel foi encontrada morta no dia 28 de junho, em Xambioá. Ela foi assassinada na madrugada e o corpo foi jogado num terreno baldio. Desde então o inquérito foi prorrogado por três vezes. O governo do Estado, através da Secretaria de Segurança Pública (SSP), enviou uma equipe da delegacia especializada em homicídios de Palmas para cuidar do caso, mas até agora ninguém foi preso e o inquérito está aberto.

“Sabemos da complexidade do caso, mas o que queremos é uma resposta mais ativa das autoridades sobre as investigações”, afirma Celma.

A irmã da mulher assassinada afirmou que pretenderá entregar uma cópia do dossiê ao governador Carlos Henrique Gaguim (PMDB). “Enquanto presidente da Assembleia ele nos atendeu em Palmas, ficou sensibilizado com a dor da família e prometeu nos ajudar”, disse.

Investigações

O delegado responsável pelo caso, Danilo Brilhante, afirmou ao Patrulhaweb que as investigações continuam e que a polícia está empenhada na solução do caso. Brilhante disse não poder das mais detalhes sobre a investigação para não prejudicar os trabalhos. (Portal CT – Patrulha Web)

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Nome de rua não homenageia ex-governador Siqueira Campos

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Ontem, segunda-feira, dia 17, o webjornal Folha do Bico, recebeu diversas mensagens comentando sobre a dúvida do nome da rua popularmente chamada de Siqueira Campos, principal via comercial não só de Araguatins, mas do Bico do Papagaio, após o senador Eduardo Gomes (MDB), espalhar nas redes sociais e em veículos de imprensa ligados a ele, que a referida via, seria uma homenagem ao ex-governador Siqueira Campos. O estranhamento, veio principalmente por parte de moradores mais antigos do município, que imediatamente reagiram a “mancada”.

O vídeo do senador foi gravado para ele alegar, que foi o responsável por viabilizar a obra de recapeamento, por meio de recursos da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), do Governo Federal, feitas ainda em 2018, na gestão do ex-prefeito Cláudio Santana.

Acontece, que a informação espalhada pelo senador, realmente não procede. O nome da rua não se refere ao ex-governador, mas sim ao militar e político Antônio de Siqueira Campos, que se tornou conhecido como Tenente Siqueira Campos. Ele foi um dos heróis da Revolução do Forte de Copacabana, na Revolta Tenentista. Foi um dos militares que marcharam na Avenida Atlântica, na orla marítima de Copacabana, no Rio de Janeiro, em direção aos cerca de três mil soldados legalistas e que, após intenso tiroteio em um combate totalmente desigual (18 revoltosos), acabaram sendo derrotados. Siqueira Campos e os movimentos aos quais era ligado, buscaram frear vícios da política brasileira da época, em que grupos elitistas se perpetuavam no poder. O tenente acabou sendo exilado, mas depois voltou a participar como um dos seus principais líderes, da famosa Coluna Prestes-Miguel Costa. Durante mais de três anos a Coluna percorreu o interior do Brasil do Sul ao Nordeste no prosseguimento da luta para derrubar a República Velha, que viria a cair em outubro de 1930 com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder.

Não só em Araguatins, mas em diversas cidades importantes do Brasil, existem homenagens como a de Araguatins. Na cidade de São Paulo, por exemplo, o popular Parque Trianon, tem como nome oficial Parque Tenente Siqueira Campos. Na cidade do Rio de Janeiro, em Copacabana, também existe uma Rua Siqueira Campos, ela começa na junção com a Avenida Atlântica. Em Belém, no estado do Pará, tradicional Praça do Relógio, próximo ao Mercado do Ver-o-Peso, também se chama Praça Siqueira Campos.

Outras ruas importantes da área central de Araguatins, também são batizadas como nomes de militares históricos, como: Floriano Peixoto, Castelo Branco e Marechal Rondon.

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Bico do Papagaio

SÃO MIGUEL: Atendimento de saúde para desabrigados é reforçado

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Na tarde desta segunda-feira (17) a Escola Turma da Mônica, em São Miguel, no Bico do Papagaio, contou com atendimento médico e de enfermagem para as famílias desalojadas.

Os estudantes de medicina do último período da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), acompanhados do Dr. Alison, realizaram a triagem dos pacientes.

Além dos estudantes de medicina, a equipe de saúde contava com médicos, enfermeiros e técnicos.

A Prefeitura de São Miguel tem oferecido, além de abrigo e alimentação, atendimento de saúde para as famílias que sofrem com a elevação do Rio Tocantins.

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Bico do Papagaio

MARABÁ: Toni Cunha critica condições precárias de abrigos

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O deputado estadual, Delegado Toni Cunha (PTB), fez um giro este final de semana pelos abrigos da Prefeitura, que estão recebendo os desalojados pela cheia dos rios Tocantins e Itacaiúnas, em Marabá, na região de Carajás, Pará.

O parlamentar esteve nos abrigos no final da Av. Sororó, que atende moradores dos bairros Independência, Liberdade e Laranjeiras. O deputado disse que a situação é precária. “Vamos acompanhar até o fim das cheias para exigir tratamento digno para as pessoas. Estão sem água potável, sem mantimentos, correndo riscos com estruturas elétricas improvisadas, água entrando em baixo dos abrigos”, desabafou.

Cunha também esteve no abrigo da entrada da Marabá Pioneira, onde quase 500 pessoas estão, segundo ele, em situação muito difícil. “Água invadindo os barracos por falta de vedação no piso, apenas dois banheiros químicos para centenas de pessoas, 02 pontos de água para banho sem portas, “gambiarra elétrica” gerando sérios riscos de choque. Poucos mantimentos e, o mais grave, reclamam de nenhum material de higiene, sem álcool e máscaras em meio a pandemia.

O deputado ainda pediu a abertura do Centro de Convenções e mais prédios públicos com condições de receber as pessoas. “Ciente disso, vou expedir ofícios aos órgãos do estado e do município, bem como ao ministério público, exigindo providências”, finalizou.

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