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quinta-feira, 22 / fevereiro / 2024

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Coluna Agronotícias

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Olá amigos do portal Folha do Bico, sou o jornalista Lima Rodrigues, natural de Marabá (PA), criado em Imperatriz (MA) e morei mais de 30 anos em Brasília, onde em 1984 me formei em Comunicação Social (Jornalismo), e trabalhei, entre outras empresas, na Rádio Nacional como redator e repórter e fui correspondente das rádios Eldorado e Bandeirantes, de São Paulo, fazendo cobertura no Palácio do Planalto e no Congresso Nacional.  Fui também correspondente da Rádio Imperatriz AM e Rádio Nativa FM, de Imperatriz.

Há quase 13 anos, estava morando em Parauapebas (PA), onde há 12 anos produzo e apresento o programa Conexão Rural, que há 1 ano é veiculado pela Rede TV de Imperatriz – canal 4.1. Atualmente, resido em Imperatriz.

Comecei no jornalismo ainda garoto, no jornal O Progresso, de Imperatriz, em junho de 1977 e até hoje escrevo uma coluna semanal no referido jornal toda quarta-feira sobre agronegócio.

E partir de hoje, ao menos duas vezes por semana, vou compartilhar com vocês parte das inúmeras notícias que recebo de diversas agências de comunicação do eixo Rio São Paulo, Mato Grosso, Brasília, Paraná e Rio Grande do Sul, entre outros estados, referentes ao agronegócio.

Forte abraço do amigo, Lima Rodrigues

Carta conjunta assinada por Imaflora apoia regulamento da União Europeia para produtos livres de desmatamento

Com três recomendações concretas para que o Regulamento sobre Produtos Livres de Desmatamento (EUDR) funcione para todos os atores ao longo da cadeia de valor, o Imaflora, Amigos da Terra – Amazônia Brasileira e o Climate&Company lançaram, durante a COP 28, uma carta conjunta para dar suporte à implementação do novo regulamento estabelecido pela União Europeia, de modo que possa ser implementado de forma efetiva, gerando impactos positivos contra o desmatamento. A carta foi assinada por outras 13 organizações da sociedade civil.

As recomendações para atuações prioritárias são:

·         O reforço para a cooperação entre União Europeia e os países parceiros não pertencentes ao bloco econômico;

·         A viabilização do financiamento de transição para cadeias livres de desmatamento;

·         O apoio ao desenvolvimento de políticas nacionais de rastreabilidade em países não pertencentes à UE.

As três ações são fundamentais para evitar que o EUDR funcione apenas para criar mais um nicho de mercado, excluindo os produtores que ainda não estão conformes às exigências do regulamento, sem trazer impactos efetivos na redução do desmatamento e na adequação às questões associadas aos direitos humanos. Para que haja resultados positivos na cadeia produtiva como um todo, o financiamento, o diálogo e um sistema nacional de rastreabilidade são ferramentas essenciais.

Sistema Nacional de Rastreabilidade e Controle Socioambiental da Agropecuária

A carta se soma ao trabalho do Imaflora em promover a transparência e a responsabilidade socioambiental da cadeia da carne no Brasil. Um dos seus eixos de atuação é a formulação de um Sistema Nacional de Rastreabilidade e Controle Socioambiental da Agropecuária. Por meio de uma proposta técnica junto a parceiros como a Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, a Coalizão Brasil Clima Florestas e Agricultura e o próprio governo, o Imaflora advoga para a importância de um sistema nacional de rastreabilidade para que haja um impacto efetivo na redução de irregularidades socioambientais. 

A proposta envolve um sistema aplicado para todo o rebanho nacional incluindo um monitoramento socioambiental – que preveja irregularidades como desmatamento e trabalho análogo ao escravo -, para que a informação da rastreabilidade seja acompanhada pela caracterização da origem do gado. O objetivo é que o sistema identifique, classifique as não conformidades e apoie os produtores a se regularizarem.

O diálogo para o fortalecimento dessa agenda é realizado também na Câmara Setorial AgroCarbono Sustentável, organizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), e na Câmara de Rastreabilidade, promovido pelo governo do Pará, onde o Imaflora debate tecnicamente as soluções para viabilizar a rastreabilidade de todo o rebanho nacional.

Boi na Linha e a atuação na transparência da cadeia da carne

A estruturação de um sistema nacional de rastreabilidade seria uma evolução natural do Boi na Linha, programa que busca garantir a implementação dos compromissos socioambientais assumidos pelos signatários dos Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). Criado pelo Imaflora em parceria com o MPF, em 2019, o Boi na Linha articula os elos da cadeia produtiva da carne na Amazônia Legal, interligando produtores, frigoríficos, curtumes e varejistas.

Com suas iniciativas, o programa promove boas práticas por meio de monitoramento, auditoria e relatórios de processos e ferramentas, aumentando a transparência na busca de uma cadeia bovina livre de desmatamento, trabalho escravo ou invasão de terras públicas.

Além da parceria com o MPF, a iniciativa conta também com o apoio da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) e financiamento da União Europeia e demais organizações: Moore Foundation, NWF, P4F, iCS e Great for Partnerships do Reino Unido.

Mais informações: https://www.boinalinha.org   

Sobre o Imaflora

O Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola – Imaflora – é uma associação civil sem fins lucrativos, criada em 1995, que nasceu sob a premissa de que a melhor forma de conservar as florestas tropicais é dar a elas uma destinação econômica, associada a boas práticas de manejo e a uma gestão responsável dos recursos naturais.

O Imaflora acredita que a certificação socioambiental é uma das ferramentas que respondem à parte desse desafio, com forte poder indutor do desenvolvimento local, sustentável, nos setores florestal e agrícola. Dessa maneira, o Instituto busca influenciar as cadeias produtivas dos produtos de origem florestal e agrícola; colaborar para a elaboração e implementação de políticas de interesse público e, finalmente, fazer, de fato, a diferença nas regiões em que atua, criando ali modelos de uso da terra e de desenvolvimento sustentável que possam ser reproduzidos em outros municípios, regiões ou biomas do País.

Alimentação de qualidade desde cedo melhora a saúde das vacas ao longo da vida e as deixa mais felizes, avaliam especialistas no 3º Simpósio LifeStart, na Inglaterra

O metabolismo das vacas de leite pode ser programado nos primeiros anos de vida. E a nutrição de qualidade tem importância vital nesse processo. “Essa fase oferece uma oportunidade de ir além da genética e aproveitar a dieta para melhorar a saúde dos bovinos ao longo da vida. Os benefícios da fase de aleitamento, por exemplo, persistem após o desmame. A dieta líquida em quantidade e qualidade é o principal fator para a saúde intestinal durante o pré e o pós-desmame e, se tratar melhor as bezerras, o resultado será desempenho superior ao longo da vida”. A afirmação é do dr. Leonel Leal, líder da equipe de Pesquisa de Bezerros e Novilhas da Trouw Nutrition, no 3º Simpósio LifeStart, realizado pela empresa em parceria com a Escola de Medicina Veterinária e Ciências da Universidade de Nottingham, Inglaterra.

O evento levantou outra discussão relevante: a felicidade das vacas. O PhD Javier Martín-Tereso, gerente da equipe de ruminantes da área de Pesquisa e Desenvolvimento da Trouw Nutrition, destacou que para uma fazenda leiteira ser considerada sustentável, além do impacto mínimo no meio ambiente, ela precisa “contribuir para a felicidade dos animais, ou seja, em sua qualidade de vida”. Novamente, a nutrição é essencial. “Os estudos atuais preparam o terreno para uma mudança de paradigma na nutrição de bezerras. Se você tiver uma ferramenta que auxilie as fêmeas na fase de aleitamento, poderá aumentar o fornecimento de nutrientes, preparando-as para um melhor crescimento e uma vida mais feliz na fazenda”, disse o especialista.

O 3º Simpósio LifeStart foi palco de intensos debates sobre as melhores práticas para melhorar a sustentabilidade dos sistemas de produção de leite. As apresentações reforçaram propostas para otimizar a alimentação das bezerras, aproveitando a inteligência artificial e o uso da modelagem preditiva para aumentar o desempenho do rebanho e, consequentemente, melhorar o retorno econômico da fazenda.

Outra apresentação discutiu como a demanda atual por leite em termos globais vai além da alimentação, tendo em vista que é um desejo dos consumidores saber mais sobre como os animais são criados na fazenda. “Nenhum consumidor jamais pergunta sobre o ganho de peso médio diário. Eles querem saber se a vaca teve uma vida razoavelmente boa na fazenda”, observou Marina von Keyserlingk, professora da University of British Columbia e palestrante no Simpósio LifeStart.

Do ponto de vista da sustentabilidade, os palestrantes argumentaram que o sucesso da criação depende diretamente da rentabilidade dos produtores – agora e no futuro. Um dos indicadores mais importantes do negócio é a receita sobre o custo da alimentação e, para melhorá-lo, a eficiência nutricional deve ser aprimorada. Nesse ponto, o dr. Leonel Leal reforçou que a bezerra é a heroína esquecida na fazenda de leite. “À medida que percebemos os benefícios do investimento na nutrição nos primeiros anos de vida, podemos cuidar delas para que permaneçam no rebanho por mais tempo e produzindo mais”, afirmou o líder da equipe de Pesquisa de Bezerros e Novilhas da Trouw Nutrition.

(Raphaela Candido – Texto Comunicação Corporativa – SP)

Produtores rurais e líderes do agronegócio brasileiro se encontram em São Paulo em evento de negócios

Expoentes do agronegócio brasileiro se reuniram na noite de ontem 11/12, no Clube Hípico Santo Amaro, em São Paulo, durante o Agrotalk Experience. O evento, que teve como tema “O agronegócio brasileiro na vanguarda da produção sustentável”, foi direcionado para cerca de 150 convidados e trouxe para a discussão os atuais cenários de sustentabilidade, tecnologia e mercado financeiro no setor.

Em sua programação, o encontro reuniu como painelistas a cofundadora do Grupo Progresso e líder do grupo Mulheres de Fibra, Ani Sanders; o presidente do Sindicato Rural de Ribeirão Preto e da Assovale – Associação Rural Vale do Rio Pardo, Paulo Junqueira; o Chefe-Geral da EMBRAPA Territorial, Gustavo Spadotti e a diretora de Sustentabilidade da Cargill na América do Sul, Leticia Kawanami.

Para Spadotti, só existem três maneiras de aumentar a produção em qualquer lugar do mundo: a primeira é ampliar a área cultivada, a segunda é aumentar a produtividade de cada uma das culturas e a terceira é intensificar o uso do solo.

“A ciência tem trabalhado com cada um desses quesitos para ser possível expandir as áreas com sustentabilidade, reduzir a distância que existe entre os produtores mais tecnificados e levar a tecnologia para médios e pequenos produtores para que eles tenham a oportunidade e a possibilidade de produzir tanto quanto os grandes e mais capitalizados. É preciso levar conhecimento e condições para a intensificação do uso da terra por meio da rotação de culturas, sistema de plantio direto, adubação verde, integração lavoura-pecuária-floresta e outros sistemas agroflorestais”, explicou Spadotti.

Do lado do setor privado, Letícia Kawanani salientou o papel da Cargill na jornada de sustentabilidade do produtor rural, que, para ela, já está muito antenado ao que é bom para o seu negócio e para a resiliência e a longevidade da terra, “que é o ativo mais importante que tem”.

“A Cargill está aqui para ajudar, principalmente, produtores menores, mais descapitalizados a tornarem sua produção mais sustentável conectando os mercados que valorizam esses produtos diferenciados, que estão dispostos a pagar um prêmio”, destacou Letícia.

Para Ani Sanders, o agro tem poder de transformação. “Quando chegamos na nossa região no Piauí não tinha nada e hoje todo o entorno das fazendas é vivo, tem desenvolvimento. Inclusive essa é uma realidade: as cidades que não têm atividades no agronegócio estão paradas no tempo, atrasadas e querem a ajuda do setor para crescer”. Representando o movimento “Mulheres de Fibra”, Ani contou que decidiu sair da porteira para comunicar, inspirar e agregar mulheres no seu segmento. “A mulher tem uma sensibilidade diferenciada, o poder de criar conexões e fazer com que o agro prospere. Mas sempre digo que o olhar feminino trabalha em um patamar e o masculino em outro e juntos eles se completam”.

Paulo Junqueira avaliou que a representatividade é um dos principais problemas do setor. “Somos heróis da porteira para dentro, mas falta comunicação da porteira para fora e falta representatividade. Temos entidades valiosíssimas como a Aprosoja para defender o produtor de soja, o GPB Brasil para defender o produtor de carne, a Orplana para defender o produtor de cana-de-açúcar e onde está a nossa federação lutando, brigando por nós?”, questionou.

“O agronegócio brasileiro representa 25% do nosso PIB e tem uma grande importância para a Ford, por isso o nosso apoio ao Agrotalk Experience. Em 2023 aumentamos em mais de 30% as nossas vendas direcionadas para o setor e para o próximo ano projetamos um crescimento ainda maior”, salientou o Brazil Sales & Dealer Network Manager da Ford Sinal, Daniel Sanches, patrocinadora do evento.

Brunna Viana, do AndBank, ressaltou que a instituição confia muito no potencial do agronegócio e que o banco tem uma série de produtos que se adequam às realidades do setor. “Sou goiana e no Centro-Oeste o trabalho no campo é muito forte, por isso conheço de perto essa realidade.

O evento contou ainda com uma participação especial do ex-Presidente Jair Bolsonaro via videoconferência, que manifestou o seu apoio ao agronegócio e parabenizou o evento por trazer à discussão temas tão relevantes para o desenvolvimento da área.

O Agrotalk Experience tem o patrocínio de Ford Sinal, AndBank Investimentos, Sindicato Rural de Ribeirão Preto, Assovale, GPB Brasil, Aprosoja São Paulo, Copercana, Techboard Latam, JK Estética Avançada e VQ Jewellry e conta com o apoio da EMBRAPA Territorial, ITESP – Fundação Instituto de Terras e Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

Sobre a AGX Estratégias e a curadora Aryane Garcia

Aryane Garcia é CEO da empresa AGX Estratégias- especializada em eventos, marketing digital e conteúdo estratégico – desde 2007, é jornalista, apresentadora de TV, correspondente internacional e Relações Públicas com mais de 15 anos de atuação no mercado de promoção e organização de eventos. Em seu currículo, carrega participações em eventos internacionais como o Brazilian Day, New York Fashion Week e New York Bridal Fashion Week, entre outros. É vice-presidente do Núcleo Jovem Jornalista na Associação Paulista da Imprensa e membro da Associação Brasileira de Imprensa Internacional com sede em Miami, nos Estados Unidos. (Atualle Comunicação – SP)

Chuva de meteoros Gemínidas pode ser vista na madrugada do dia 13 para 14 de dezembro no Brasil

A tão esperada chuva de meteoros Gemínidas de 2023, a favorita entre os eventos anuais de meteoros, deve atingir seu pico de observação na madrugada do dia 13 para 14 de dezembro. Esse espetáculo de meteoros é conhecido por sua precisão e será melhor observado por volta das duas horas da manhã, horário local, em locais com baixa luminosidade. Alguns observadores relataram ter visto meteoros Gemínidas até mesmo no final da noite. Felizmente, este ano, uma lua crescente e fina vai se pôr no início da noite, precedendo o surgimento do ponto radiante. Como resultado, as noites e manhãs de pico oferecerão céus escuros ideais para a observação de meteoros.

Caracterizados por sua natureza ousada, rápida e luminosa, os meteoros Gemínidas são predominantemente de cor branca. A taxa horária zenital (ZHR) para esta chuva de meteoros é registrada em 120 meteoros. No entanto, essa contagem pode não estar exata.

Em condições ideais, em horário próximo ao pico da chuva de meteoros, por volta das duas horas da manhã, os observadores frequentemente testemunham uma impressionante exibição de 50 ou mais meteoros por hora em uma noite escura. No entanto, durante uma noite particularmente favorável para os Gemínidas, existe o potencial para testemunhar 120 meteoros ou até mais por hora. Com a promessa de céus escuros em 2023, os observadores das estrelas podem de fato assistir a um espetáculo celestial impressionante.

Recomendações:

Para melhor visualização da chuva de meteoros, é melhor estar situado longe de áreas urbanas, como cidades e regiões metropolitanas. A presença de alta poluição e luzes fortes prejudica significativamente a visibilidade do céu, obstruindo a visão.

Meteum, solução meteorológica e climática baseada em IA, aconselha procurar um local com um horizonte claro ao norte, de preferência a partir de um ponto de observação elevado.

A chuva de meteoros Gemínidas promete ser claramente visível no Brasil, com a maioria das cidades, exceto São Paulo e Curitiba, tendo céu limpo e chances muito baixas de precipitação, condições necessárias para o sucesso da observação.

Sobre a Meteum

Meteum é uma solução climática e meteorológica baseada em IA que fornece previsões hiperlocais e dados confiáveis para uso pessoal e profissional. Com a confiança de 86 milhões de usuários, a Meteum oferece suporte a indivíduos e empresas com os insights meteorológicos de que precisam. Esses insights ajudam as empresas a se adaptarem ao clima em constante mudança e a minimizarem os riscos operacionais causados pelo clima. Alimentada por 3 milhões de relatórios meteorológicos de crowdsourcing e algoritmos de aprendizado de máquina, a Meteum monitora ativamente os parâmetros meteorológicos e climáticos relevantes e fornece alertas sobre condições desfavoráveis.

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