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segunda-feira, 17 / junho / 2024

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Grandes momentos de atletas e equipes do Norte brasileiro

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Muito mais do que é propagado, a região Norte do Brasil é um verdadeiro celeiro de conquistas esportivas a nível nacional e internacional. Ao longo da história foram vários os feitos que marcaram o país em diferentes modalidades através do talento de grandes atletas e equipes que representam os estados nortistas.

Seja nos campos, tatames, octógonos, pistas ou até nas mesas de feltro, cada vitória foi celebrada com muito orgulho em todo o território tupiniquim, honrando as tradições e a vocação esportiva do povo do Norte brasileiro.

Poker

Inaugurado em 2013, o Campeonato Brasileiro de Poker por Equipes é uma competição que reúne times estaduais de todo o país para a disputa do Texas Hold’em, a categoria mais popular do esporte da mente no mundo todo. No primeiro ano, o campeão foi o Rio de Janeiro, mas já na segunda edição o Amazonas levou a melhor, trazendo aquele que seria o primeiro título nacional de uma equipe nortista na modalidade.

Participaram daquela campanha inesquecível grandes nomes do poker online amazonense e brasileiro, como Alessandro Rodrigues, Ângelo Neto, Arlindo Neto, Gabrielle Costa, Jean Double, Jean Emerson e Victor Hugo. Juntos, levaram a equipe do estado ao título marcando 105 pontos, 12 a mais do que os vice-campeões do Distrito Federal e 17 à frente do Paraná, o terceiro colocado.

De lá para cá, o Norte só comemorou mais um título do CBPE, justamente no ano seguinte, em 2015, com a seleção combinada de Rondônia/Acre. Entre os atletas que formaram aquele time estavam o acreano Valder Bessa e os rondonienses Caio Hey, Fernanda Filiputti, Kennedy Coutinho, Maicen Teixeira, Marciano Vannucci e Tiago Magalhães.

Futebol

No esporte mais popular do país, não há como esquecer o grande momento vivido pelo Paysandu entre 2001 e 2003. Hoje tricampeão da Copa Verde, o Papão da Curuzu não apenas conquistou títulos naquele período, como também se colocou entre as grandes potências emergentes do país, batendo de frente com gigantes do continente sul-americano.

Tudo começou com os triunfos da Série B do Brasileirão em 2001 e da Copa Norte no ano seguinte, o que lhe garantiu vaga para a disputa da Copa dos Campeões. Na competição nacional, surpreendeu Bahia e Palmeiras antes de derrubar o Cruzeiro na decisão, ganhando o direito de disputar a Copa Libertadores de 2003.

Foi então no certame continental que o Paysandu mostrou sua força e chegou às oitavas de final, tendo pela frente o todo poderoso Boca Juniors. No primeiro jogo, vitória por 1 a 0 em plena Bombonera com um gol histórico de Iarley. Na volta, no entanto, a derrota por 4 a 2 no Mangueirão, em Belém, deu fim ao conto de fadas do Papão, que nunca mais disputou a Libertadores.

Artes Marciais

No Brasil é impossível falar de artes marciais e não mencionar a família Gracie, de origem na cidade de Belém, no estado do Pará. Capitaneados pelos patriarcas Carlos e Hélio, os Gracie são considerados os precursores do famoso jiu-jitsu brasileiro, utilizando técnicas nunca antes vistas na modalidade.

Além de transformar a forma de se praticar o esporte, o sobrenome se tornou sinônimo de excelência nos tatames e uma marca global no segmento das lutas. Depois dos dois líderes, vários outros expoentes da família fizeram história nos esportes de combate e eternizaram o Pará como berço daquilo que se tornou uma das atividades mais praticadas no mundo todo.

Automobilismo

Em toda a história da Fórmula 1, reconhecida como a principal categoria do automobilismo mundial, 32 pilotos brasileiros participaram de pelo menos uma corrida oficial, formando um seleto grupo de talentos profissionais. Um deles foi o manauara Antônio Pizzonia, cuja família foi radicada no município paulista de São Carlos.

Pizzonia fez parte da equipe de desenvolvimento de talentos da Petrobras e entrou na F1 em 2003 para pilotar na Jaguar. Em 16 etapas, teve como melhor resultado um nono lugar no GP da Áustria. Já em 2004 e 2005 defendeu as cores da tradicional equipe Williams, disputando apenas novas provas e chegando em sétimo quatro vezes.

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