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domingo, 26 / maio / 2024

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OPINIÃO: A educação do campo virou militância do campo

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A educação do campo virou militância do campo. Jovens camponeses que se dizem a favor da agroecologia e da agricultura familiar, hoje, ludibriados por pessoas que se dizem educadores.

A elite dentro de uma instituição de ensino como as EFA’s não são mais os políticos, são as associações que se dizem lutar pela vida camponesa. Será que adolescentes entendem realmente qual o significado de proposta pedagógica? Será que sabem ao menos o porquê estão protestando?

Será que só aprenderam a como manusear o solo? E não aprenderam o básico: educação, respeito, direitos e deveres, cidadania e solidariedade.

Não venho com militante da “lacrolândia”, mas como aluna, filha e irmã de lavradores falar sobre a falta de conhecimento e educação dos protestantes da Escola Família Agrícola Do Bico do Papagaio.

Tive minha educação dentro da cidade por conta do trabalho duro dos meus pais e irmãos dentro do campo. É inadmissível ver o que andei presenciando nos últimos dias, a falta de respeito dentro de uma instituição de ensino. Fico triste em saber que muitos pais, professores e demais funcionários apoiam os filhos e alunos a ridicularizarem um professor inspetor dentro do exercício de suas funções. Uma observação, o professor não violou nenhuma das regras da instituição e cumpre com seu papel pedagógico.

Hoje somos obrigados a aceitar e ficarmos calados por conta da opressão de pessoas que discordam das nossas falas e atitudes.

Pais, ensinem seus filhos que antes de tudo o respeito vem em primeiro lugar. Entendam, existe militância nos 4 cantos do Brasil, inclusive dentro das escolas. Abram o olho e se coloquem no lugar de quem está sofrendo opressão pelos próprios colegas. Adolescentes estão sendo fantoches, só reproduzem protestos quando estão sob o controle de alguém.

Deixo aqui minha solidariedade ao funcionário que sofreu opressão dentro do próprio ambiente de trabalho na EFABIP na cidade de Esperantina-TO situada mais de 600 km da Capital Tocantinense. Deixo aqui também meu conselho aos pais de alunos, a principal educação vem de casa. Não esquecendo dos propagadores de Fake News nas redes sociais, o uso da imagem sem autorização da parte afetada é crime. A propagação de desinformação é crime também, utilizem-se da internet para obter conhecimento e não para ferir a integridade de outrem.

Daiane da Conceição Silva é aluna do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Maranhão e do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Estácio de Sá.

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