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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Acadêmicos participam de momento de descontração como preparo para o Enade

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A dez dias da realização do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), acadêmicos dos cursos de Letras e Pedagogia do Câmpus de Araguatins da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) tiveram um momento de descontração com a fisioterapeuta Sofia Camargo da Silva, na noite desta quinta-feira, 16.

Para a professora Joanice Coêlho da Silva, articuladora do Enade, a ação visa motivar os acadêmicos dos dois cursos a estarem preparados para a prova, e disse que o exame é importante para cada estudante e também para elevar o nível de desempenho da universidade.

O diretor Remy Barbosa Viana ressaltou que no dia 26 de novembro a Unitins estará dando todo o suporte aos acadêmicos nos locais de provas e pediu para que todos se empenhassem em fazer uma boa prova.

Enade

A aplicação do exame começará às 12h30 (horário local). O estudante deverá chegar ao local de prova às 11h para evitar atraso, pois os portões serão fechados ao meio-dia. Da Unitins serão avaliados os cursos de Computação (UAB), Letras (UAB), Matemática (UAB), Pedagogia (UAB), Letras (Presencial), Pedagogia (Presencial) e Sistemas de Informação (Presencial).

Quem não estiver regularizado com o Enade não poderá colar grau, sendo uma exigência do Ministério da Educação. Para mais informações, acesse aqui a página do Enade no Portal da Unitins. (Josiane Mendes)

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Familiares de detentos reclamam sobre restrições e alertam para possibilidade de greve de fome e rebelião

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Esta semana a cadeia Pública de Araguatins, no Bico do Papagaio, foi palco de reclamações e queixas de familiares de detentos. Após a instauração da e Operação Legalidade Primavera Árabe, por parte dos policiais penais.

Os familiares alegam que as restrições impostas aos detentos, tem prejudicado inconsequentemente a permanência dos apenados e que além das visitas estarem restritas, vem enfrentando dificuldade, com as restrições impostas que bloqueiam a entrada de produtos de de limpeza, higiene pessoal e até remédios.

“Todos lá cometeram penalidades e estão pagando por isso. Agora, submete-los a não receber até medicamentos é demais. Sem contra que todos as famílias ajudam com materiais de limpeza, alimentação e higiene pessoal. Se existe problema entre os funcionários e o Governo, o caminho não deveria ser esse, mas sim o diálogo”, disse uma mãe de detento que pediu para não ser identificada, com receio de retaliação.

O movimento de reivindicação por direitos trabalhistas organizado por policiais penais no Tocantins já alcançou praticamente todas as unidades prisionais do estado. Batizado de Operação Legalidade Primavera Árabe, o movimento faz alusão à onda de movimentos e revoluções em países do Oriente Médio que teve início em 2010 e “faz referência a um movimento que começou pequeno, mas que se expandiu, tornando-se grande”, como explicou o presidente da Associação dos Prossionais do Sistema Penitenciário do Tocantins (Prosispen), Wilton Angelis Barbosa.

Apesar do nome, o movimento não se trata de uma ação operacional dentro das unidades, mas sim de um movimento que busca pressionar o Governo do Estado para cumprir o pagamento de direitos devidos aos policiais penais, como horas extras e adicionais.

De acordo com a Prosispen, a chamada Operação Legalidade Primavera Árabe suspende qualquer atividade que fuja às obrigações legais atribuídas aos policiais penais.

Os agentes prometem deixar de fazer horas extras, cumprindo somente as 40 horas semanais, de acordo com o estatuto da categoria, e ainda deixar de fazer escoltas fora do município de atuação por causa do não pagamento de diárias.

Ainda segundo a Prosispen, os agentes também pretendem como regalias de presos dentro das celas, como ventiladores, televisores, videogames, entrada de fumo e outros itens, além da proibição de contato de presos com parentes e advogados, a depender da disponibilização de equipamentos de proteção individual para prevenir o risco de contágio pela covid-19 no contato com pessoas do público externo.

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