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Candidato de Dimas em Araguaína será Wagner Rodrigues com Marcus Marcelo de vice

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Presidente do Podemos no Tocantins e prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas anunciou, em entrevista coletiva remota na manhã desta quarta-feira, 2 de setembro, o apoio político ao pré-candidato a prefeito Wagner Rodrigues (Solidariedade) e ao pré-candidato a vice-prefeito Marcus Marcelo (PL). Os dois devem compor a chapa para a eleição municipal de 15 de novembro e farão a defesa da atual administração de Dimas, que se iniciou em janeiro de 2013.

Dimas disse que a decisão reflete maturidade política de Araguaína, pois pesquisas internas apontam um crescimento de Wagner Rodrigues desde outubro do ano passado. “Chegamos a um momento em que todas as pesquisas que são feitas já mostram ele na frente de todos os outros pré-candidatos”, ressaltou o prefeito.

Nascido em Formoso do Araguaia, Wagner Rodrigues, 43 anos, é professor normalista formado na Unitins e trabalha com Dimas há mais de duas décadas. Ele conhece a administração municipal em detalhes, pois era o secretário-chefe de gabinete até meados deste ano quando renunciou para se dedicar a pré-campanha. Trabalhou com Dimas na Fieto (Federação da Indústria do Tocantins), na Câmara dos Deputados e colabora com a gestão municipal desde que o prefeito assumiu o posto em 2013. “Ele aprendeu muito em Brasília. Tenho um histórico de convivência grande, começando pelo Sistema Fieto, aonde cresceu muito. Uma pessoa que me acompanha há muito tempo e está por dentro de todas as nossas principais ações aqui no município”, explicou Dimas.

Esta será a primeira vez que Wagner Rodrigues disputa uma eleição. Para Dimas, a indicação também é resultado de novo momento na política. “As pesquisas estão mostrando que a população quer uma pessoa empreendedora, que saiba realizar, mesmo fora da política tradicional”, destacou o prefeito.

Vice-prefeito

O indicado para ser o vice é o vereador e suplente de deputado estadual Marcus Marcelo, 47 anos. Ele é médico veterinário, servidor de carreira do Estado e professor universitário.

Marcus Marcelo presidiu a Câmara Municipal de Araguaína por três oportunidades nos últimos anos. Na entrevista coletiva, Dimas elogiou muito o apoio do Legislativo municipal nas duas gestões, dizendo que sem ele, não seria possível implantar as melhorias na cidade.

Responsabilidade com os investimentos

A capacidade e conhecimento de gestão de Wagner Rodrigues foi destacada por Dimas como um grande trunfo para a responsabilidade que se aproxima: administrar os mais de R$ 400 milhões de recursos obtidos para investimentos já garantidos pela Prefeitura de Araguaína.

O dinheiro faz parte de um empréstimo internacional de US$ 55 milhões (R$ 295 milhões) para o desenvolvimento do projeto Águas de Araguaína, que vai unir preservação de meio ambiente, protegendo todos os córregos e rios da cidade, com grandes obras de infraestrutura.

O projeto está apenas na primeira etapa e quase todo o investimento será feito pela administração municipal que vença a eleição. “É uma responsabilidade muito grande assegurar que essas obras sejam entregues conforme tudo o que está planejado”, frisou.

Além disso, através do apoio do deputado federal Tiago Dimas (Solidariedade), dos senadores Eduardo Gomes (MDB) e Irajá (PSD) e de toda a bancada tocantinense no Congresso Nacional recursos federais superiores a R$ 100 milhões também estão garantidos.

Avaliação

Dimas aproveitou a entrevista para fazer uma avaliação das suas duas gestões, lembrando que assumiu o comando da cidade com o município com pouquíssima infraestrutura, buracos por toda parte e dívidas que alcançavam os R$ 140 milhões.

Atualmente, todas essas dívidas, na maioria previdenciárias, foram negociadas e os pagamentos ocorrem regularmente, a cidade está cheia de obras de pavimentação e foi completamente transformada com grandes ações, como a construção da Via Lago, da Via Norte e do Parque Simba.

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Bastidores

Candidatos que não tiveram registros solicitados por partidos, podem fazer até esta quinta, 1º

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Os candidatos das Eleições Municipais 2020 devem ficar atentos ao prazo eleitoral que termina nesta quinta-feira (1º). De acordo com o calendário eleitoral 2020, este é o último dia para os candidatos escolhidos em convenção solicitarem seus registros no tribunal eleitoral competente, caso os partidos políticos ou as coligações não os tenham requerido. O prazo, que se encerra às 19h, está determinado na Lei nº 9.504/1997, artigo 11, parágrafo 4º.

Como funciona

A partir do momento em que um candidato é escolhido em convenção partidária, ele tem o direito de ter seu nome indicado no registro de candidatura que o partido encaminha à Justiça Eleitoral.

Caso isso não aconteça, o candidato pode encaminhar seu próprio registro. Para isso, ele tem dois dias, contados da publicação do edital de candidatos do respectivo partido ou coligação no Diário de Justiça Eletrônico (DJe), meio oficial de publicação e divulgação dos atos judiciais, administrativos e das comunicações referentes à Justiça Eleitoral.

Essa medida visa garantir o direito daquele que, escolhido em convenção partidária, registre a sua candidatura junto à Justiça Eleitoral, quando a agremiação política, por algum motivo, não o tenha feito.

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Tocantins segue em equilíbrio fiscal e fecha 2° quadrimestre abaixo do limite prudencial da LRF

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O Tocantins fechou o segundo quadrimestre de 2020 com um índice de 42,14% em relação a despesas com pessoal, ou seja, abaixo do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar n° 101/00), que é 46,55% em relação à Receita Corrente Líquida (RCL). Os dados constam no Relatório de Gestão Fiscal do Poder Executivo do Estado do Tocantins que será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), edição desta quarta-feira, 30.

O resultado é ainda menor que o demonstrado no primeiro quadrimestre deste ano, quando o índice foi de 47,57%. O relatório aponta que essa redução decorreu principalmente pelo crescimento da Receita Corrente Líquida no montante de R$ 356 milhões. Crescimento proporcionado pelos recursos federais destinados ao Programa Federativo de Enfrentamento do Coronavírus (Lei Complementar n° 173/2020).

“Esse recurso que veio para o Estado para ajudar no combate à pandemia foi muito importante. Mas, essa ajuda tem tempo determinado e, por isso, precisamos manter o controle das contas públicas. Investindo nas necessidades do povo e em obras para fazer o Tocantins crescer, bem como gerar empregos, renda e desenvolvimento. Trabalhamos com os pés no chão e planejamento, nosso objetivo sempre será melhorar a vida das pessoas”, ressalta o governador do Tocantins, Mauro Carlesse.

O secretário de Estado da Administração, Bruno Barreto, reitera a finalidade do auxílio enviado pelo governo federal e complementa: “É importante destacar que o auxílio não representa um recurso permanente para pagamentos de dívidas ou com pessoal, uma vez que essa receita é carimbada para as ações de enfrentamento à Covid-19. Continuamos fazendo nosso trabalho de austeridade nas despesas e uma melhoria no controle do gasto público, visando à otimização da máquina pública”, pontua.

Equilíbrio

O governador Mauro Carlesse destaca que, desde o início de sua gestão, teve a preocupação de equilibrar as contas e buscar o enquadramento na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que só foi possível a partir de uma série de ações. Dentre as medidas, estão a redução do número de servidores contratados e comissionados; e a redução de despesas com frota de veículos, água, luz, telefone, aluguel, além de revisão de concessões fiscais e redução da quantidade de órgãos do Governo.

O resultado veio já no segundo quadrimestre de 2019 quando, após sete anos fora dos limites permitidos pela legislação, o Tocantins conseguiu alcançar o índice de 47,67%, cerca de 10% a menos que o mesmo período de 2018, ficando abaixo do limite legal de 49% da receita líquida, ou seja, dentro do limite prudencial da LRF.

“Os resultados mostram que de fato precisávamos adotar essas medidas para devolver ao Tocantins as condições de retomar seu desenvolvimento, recuperando a capacidade de investimentos em obras estruturantes que refletem diretamente na geração de emprego e renda e qualidade de vida para o cidadão. Além disso, esse enquadramento na LRF traz credibilidade ao Estado diante dos investidores, das instituições financeiras e do governo federal para recebimento de recursos”, finaliza o Governador.  (Vania Machado / Foto:  Aldemar Ribeiro)

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Dívida pública federal sobe 1,26% e alcança R$ 4,1 tri em agosto

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A dívida pública federal (DPF) subiu 1,56% na comparação entre julho e agosto e chegou aos R$ 4,412 trilhões. Os dados foram divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional, nesta terça-feira (29). 

O estoque da dívida foi puxado pelo recorde de emissões no período: cerca de R$ 114 bilhões emitidos, o maior valor para o mês de agosto da série histórica do Tesouro, que começou em novembro de 2006. A dívida pública mobiliária interna cresceu 1,35% em agosto, passando para R$ 4,174 trilhões. A dívida externa, por sua vez, alcançou os R$ 238,25 bilhões. (Brasil 61)

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