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Bastidores

“Estão atacando minha vida pessoal… para ver se eu calo a minha boca”, Janad Valcari

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Em Palmas, capital do Tocantins, a postura independente da presidente da Câmara, vereadora Janad Valcari (PODE), tem causado incômodos e ela passou a ser alvo de ataques pessoais e anônimos. E para piorar a situação, tentam usar o Ministério Público (MP).

O MP é um dos órgãos que goza de muita credibilidade em meio a população e faz seu papel de manter a ordem jurídica e a fiscalização do poder público em várias esferas. Se aproveitando disso, protocolaram de forma anônima, na 8ª Promotoria de Justiça, denúncia sobre supostas irregularidades, na contratação direta da Tocantins Limpeza Pública, Locações e Serviços pela Prefeitura de Gurupi. A empresa, está no nome do filho de Janad, Lucas Freitas Valcari. O MP, vai agir como sempre agiu, cumprindo sua obrigação, e abriu um procedimento investigatório para averiguar a situação e o futuro vai dizer que há ou não irregularidade.

Porém, a presidente da Câmara, não tem dúvidas, que a denúncia é uma tentativa de intimidação e ataque a vida pessoal. “Estão atacando minha vida pessoal e empresarial para ver se eu calo a minha boca. Ruim seria se meu filho fosse um bandido, traficante.  Em nenhum momento eu falei do lado pessoal. E não faria. Sempre falei sobre gestão e o que está acontecendo. Ser empresária não é crime. Isso prova para a sociedade que eu não tenho preço. Não vou me vender. Eu tenho princípios. Isso, sim, é ter valor”, afirmou a vereadora.

Janad continuou, “Eu crio meu filho é trabalhando. E muitos outros jovens poderiam se profissionalizar e ter condições de abrir o seu próprio negócio se a gestora da cidade (Cinthia Ribeiro) olhasse para esse grupo que tanto sofre sem oportunidade”, enfatizou.

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Bastidores

Ex-senador João Rocha morre vítima de Covid

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Morreu nesta segunda, 26, vítima da Covid-19, o ex-senador pelo Tocantins, João da Rocha Ribeiro Dias. Ele tinha 80 anos. Ele estava intubado no Hospital das Clínicas da UFG, em Goiânia-GO, e não resistiu.

João Rocha foi uma das referências na luta pela criação do Tocantins e também foi ex-diretor do Grupo Jaime Câmara.

João Rocha era piauiense de Ribeiro Gonçalves-PI, mas cedo se mudou com a família para Cristalândia.


Ele estudou o primário e o ginásio em Porto Nacional, depois continuou os estudos em Goiânia, formando-se técnico em Contabilidade, onde também iniciou sua trajetória no grupo Jaime Câmara, começando como auxiliar de escritório. Formou-se em Direito, mas continuou no grupo Jaime Câmara, onde chegou a diretor financeiro por longos anos.

João Rocha exerceu um importante papel na luta pela criação do estado do Tocantins, usando seu prestígio não só no apoio à Constituinte de 88, como na formação da Comissão de Sistematização do Congresso Nacional, onde se discutia a criação do Tocantins que discutiu a criação do Estado.

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Bastidores

Bolsonaro não pede apoio de Kátia à Mendonça

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Segundo o colunista do site Metrópolis, Igor Gadelha, o presidente Jair Bolsonaro não pareceu muito empenhado em ajudar o seu mais recente escolhido para o Supremo Tribunal Federal (STF) a conseguir votos no Senado para aprovar a indicação.

No encontro com a senadora Kátia Abreu (PP) na semana passada, no Palácio do Planalto, Bolsonaro não teria sequer citado o nome de André Mendonça.

O diálogo teria se concentrado em outros assuntos, entre eles, a PEC do voto impresso, a saúde do presidente, as reformas, acordos comerciais e meio ambiente.

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Bastidores

Três inquéritos sigilosos no STJ miram gestão Helder no enfrentamento à Covid-19

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A revista Veja, trouxe este final de semana, matéria em que trata sobre três inquéritos sigilosos do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que miram a gestão do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB) no combate à Covid-19. Material está com a CPI da Pandemia.

Helder é suspeito de participar de um esquema criminoso instalado na administração pública para fraudar licitações e desviar recursos públicos da área de saúde. As apurações revelaram que Helder discutia com empresários assuntos relacionados a compras que seriam efetuadas depois pelo Estado. Um dos processos se debruça sobre contratos feitos entre o governo paraense e organizações sociais para a gestão de hospitais de campanha em Belém e municípios do interior. Os valores firmados ultrapassam a cifra de 1,2 bilhão de reais.

Esses contratos dos hospitais de campanha seriam loteados, direcionados, fraudados e superfaturados, segundo os investigadores. O Ministério Público Federal (MPF) encontrou indícios de organização criminosa, fraude à licitação, corrupção e lavagem de dinheiro em um esquema ilegal envolvendo empresários e pelo menos quatro secretarias estaduais, por meio da participação de agentes públicos. O material, de cerca de 280 mil páginas, foi compartilhado com a CPI da Pandemia.


Entre as irregularidades apontadas na gestão de hospitais estão sobrepreço de itens, ausência de parecer jurídico sobre os contratos, indícios de que propostas apresentadas por organizações diferentes eram idênticas e até mesmo subcontratação de serviços médicos por parte dessas entidades. “O descaso com a gestão do sistema de saúde fica evidente nas divulgações que relatam a precariedade das unidades de saúde e dos serviços prestados, a despeito dos repasses milionários de recursos públicos aqui expostos”, apontou o relator do caso no STJ, ministro Francisco Falcão.

Os procuradores também investigam compras efetuadas pelo governo do Pará, como a aquisição de 400 respiradores e 1,6 mil bombas de infusão. Barbalho participou diretamente das tratativas,
trocando mensagens com o empresário André Felipe Silva, que atuou como representante comercial da empresa de importação SKN. De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), o negócio é fruto de relações pessoais.

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