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Bastidores

“Estão atacando minha vida pessoal… para ver se eu calo a minha boca”, Janad Valcari

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Em Palmas, capital do Tocantins, a postura independente da presidente da Câmara, vereadora Janad Valcari (PODE), tem causado incômodos e ela passou a ser alvo de ataques pessoais e anônimos. E para piorar a situação, tentam usar o Ministério Público (MP).

O MP é um dos órgãos que goza de muita credibilidade em meio a população e faz seu papel de manter a ordem jurídica e a fiscalização do poder público em várias esferas. Se aproveitando disso, protocolaram de forma anônima, na 8ª Promotoria de Justiça, denúncia sobre supostas irregularidades, na contratação direta da Tocantins Limpeza Pública, Locações e Serviços pela Prefeitura de Gurupi. A empresa, está no nome do filho de Janad, Lucas Freitas Valcari. O MP, vai agir como sempre agiu, cumprindo sua obrigação, e abriu um procedimento investigatório para averiguar a situação e o futuro vai dizer que há ou não irregularidade.

Porém, a presidente da Câmara, não tem dúvidas, que a denúncia é uma tentativa de intimidação e ataque a vida pessoal. “Estão atacando minha vida pessoal e empresarial para ver se eu calo a minha boca. Ruim seria se meu filho fosse um bandido, traficante.  Em nenhum momento eu falei do lado pessoal. E não faria. Sempre falei sobre gestão e o que está acontecendo. Ser empresária não é crime. Isso prova para a sociedade que eu não tenho preço. Não vou me vender. Eu tenho princípios. Isso, sim, é ter valor”, afirmou a vereadora.

Janad continuou, “Eu crio meu filho é trabalhando. E muitos outros jovens poderiam se profissionalizar e ter condições de abrir o seu próprio negócio se a gestora da cidade (Cinthia Ribeiro) olhasse para esse grupo que tanto sofre sem oportunidade”, enfatizou.

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Movimento do Comércio cai 16,4% em março

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O Indicador de Movimento do Comércio, que acompanha o desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil, recuou 16,4% em março na comparação mensal dessazonalizada, de acordo com dados apurados pela Boa Vista, empresa que aplica inteligência analítica de ponta na transformação de informações para a tomada de decisões em concessão de crédito e negócios em geral. Na avaliação acumulada em 12 meses, o indicador apresenta retração de 7,7%. No mesmo sentido, na comparação com março do ano passado houve queda de 22,9%.

O resultado de março veio em linha com as expectativas de enfraquecimento das vendas no setor no período, impactado, principalmente, pelo aumento das restrições para combater o avanço da pandemia. No 1º trimestre de 2021 o indicador apontou queda de 12,5%, o que também não surpreende, na avaliação dos economistas da Boa Vista, dado que, mesmo com o início do processo de imunização da população, o cenário econômico ainda não melhorou.

Além das restrições mais severas, outros fatores corroboraram com os resultados mais recentes, tais como o mercado de trabalho ainda enfraquecido, a confiança em queda e as pressões inflacionárias. Não obstante, os consumidores também não puderam contar com o auxílio emergencial nos três primeiros meses do ano, o que também acentuou a queda na curva de longo prazo do indicador.

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Bastidores

Cobrança de ISS em razão da falta de Cadastro Municipal é ilegal, mas prática continua

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Alvo de uma intensa disputa entre os municípios espalhados pelo Brasil, a cobrança do Imposto Sobre Serviços (ISS) é, por regra geral, devida no local do estabelecimento do prestador de serviços. Mas, como existem algumas exceções à regra geral do local da tributação, instalou-se uma “guerra” entre as cidades em todo o país, com o intuito de resgatarem tributações para os seus respectivos cofres individuais.

Essa disputa se torna possível em razão de existir, no direito tributário, a figura das “retenções tributárias”, hipóteses em que a lei pode atribuir a responsabilidade pelo recolhimento do tributo a uma terceira pessoa. Em outros termos, essas retenções obrigam o tomador do serviço a reter e recolher na fonte o ISS da pessoa que lhe prestou o serviço.

Com isso, vários municípios – como São Paulo, por exemplo – criaram leis tornando obrigatórias determinadas “retenções” do ISS em face de prestadores de serviços sediados em outros municípios. Para tanto, foi criada a figura do Cadastro de Prestadores de Outros Municípios (CPOM). Assim, inúmeros contribuintes passaram a sofrer dupla exigência do ISS (no município de sua sede e também no município do tomador do serviço), caso não tivessem feito o prévio cadastro no CPOM.

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Bastidores

Laurez dispara, “O povo de Gurupi não quer só promessa, precisa de atitude”

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O ex-prefeito, Laurez Moreira, rebateu a atual prefeita e adversária política Josi Nunes, que tem feito críticas a gestão anterior e apontado dívidas deixas para municipalidade.

“O que a atual gestora está fazendo é fantasiando uma dívida para tentar justificar o péssimo começo de mandato que está fazendo. Josi não entendeu ainda que a eleição já passou. O povo de Gurupi não quer só promessa, precisa de atitude”.

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