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Farmacêutico alerta sobre riscos de automedicação

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O uso inadequado de medicamentos ainda é a principal de causa de intoxicação humana com mais de 20 mil casos relatos por ano no Brasil. Um exemplo clássico de automedicação é o abuso de antibióticos, quando o consumo descontrolado destes medicamentos tem sido associado ao aumento da resistência microbiana, cada vez mais comum e se tornado um grave problema de saúde pública.

Muitas vezes o uso indiscriminado acaba mascarando outras doenças e até mesmo potencializando um problemas que poderia ser facilmente resolvido, alerta o Farmacêutico Maykon Paiva que é especialista em Farmácia Clínica e Hospitalar.

Maykon destaca que medicamentos considerados “inofensivos”, mas usados de maneira irracional, podem trazer consequências como resistência bacteriana, reações de hipersensibilidade, dependência, e, inclusive, aumentar o risco para as neoplasias”, observa Paiva.
Outro assunto que tem sido amplamente debatido é o estímulo através de publicidade exagerada para a compra de medicamentos, nos últimos anos a competitividade tem gerado em alguns casos excesso de mídia e artimanhas que atraem consumidores a comprar medicamentos.
“É muito preocupante ver que algumas empresas se usam de todos os artifícios para vender medicamentos, e o pior estimular o uso de alguns que só pode ser vendidos com a indicação médica, não é um comércio qualquer, estamos falando de fórmulas que alteram o organismo” destacou Maykon Paiva.

As propagandas de medicamentos são regulamentadas, e os casos de excesso devem ser denunciados a Vigilância Sanitária, órgão competente para coibir e fiscalizar esse tipo de ato.

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Extração ilegal de madeira é alvo de ação em Roraima

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A Polícia Federal deflagrou nesta quarta, 27, a operação Okê Arô*, para combater o desmatamento ilegal em uma área de quase 5.000 hectares de floresta amazônica.

 Policiais Federais cumprem três mandados de busca e apreensão em Rorainópolis/RR, expedidos pela 1ª Vara da Justiça Federal em Roraima, após representação da Autoridade Policial e manifestação favorável do Ministério Público Federal. Também foi solicitado o sequestro de R$ 80, 2 mil, em bens e valores.

 O inquérito policial, instaurado em 2017, indica que um proprietário de madeireira teria sido responsável pelo desmatamento em uma área de quase 5.000 hectares, no município de Rorainópolis/RR, localizado em região de floresta amazônica. A área é equivalente a três vezes o tamanho de Fernando de Noronha, em Pernambuco. A perícia da Polícia Federal calculou a exploração de mais de 215.000 m³ de madeira, o suficiente para carregar mais de 7 mil caminhões, totalizando mais de R$ 80 milhões em toras extraídas ilegalmente.

 Durante as investigações foram identificadas diversas fraudes na documentação que regularizaria a retirada das árvores. A PF realizou 15 abordagens a carregamentos da madeireira investigada, das quais 14 resultaram verificação de fraudes na documentação. A mais comum das fraudes consistia em adquirir permissão para transporte de madeiras “legais”, de baixo valor econômico, mas de fato transportar madeiras nobres e proibidas, como Massaranduba.

 Os dois principais suspeitos de comandarem o desmatamento são investigados pelos crimes de desmatamento ilegal, furto, falsidade ideológica e lavagem de bens e capitais, cujas penas podem ultrapassar 23 anos de prisão, além de multa.

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EDITAL LOTEAMENTO RESIDENCIAL BRASIL 2

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EDITAL LOTEAMENTO RESIDENCIAL BRASIL 2

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