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Esporte

PA: Paysandu sofre nova derrota na Série B

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Sem títuloLíder desde a quarta rodada da Série B, a Chapecoense entrou em campo nesta terça-feira em situação semelhante à última rodada: na primeira posição, em casa e contra uma equipe na parte de baixo da tabela. Contra o ABC, na sexta-feira, grande goleada. Frente ao Paysandu, no entanto, a vitória aconteceu novamente, mas de forma suada. Graças a Bruno Rangel, que fez os três gols – Eduardo Ramos e Iarley marcaram para os visitantes-, a Chapecoense venceu o Paysandu no final por 3 a 2 para permanecer líder do campeonato, que entra em recesso durante a Copa das Confederações.

As duas equipes só voltam a campo pela competição nacional no começo de julho. No dia 2, terça-feira, o Paysandu recebe o Guaratinguetá no Mangueirão. Líder, a Chapecoense tem o ASA, dia 5, em Arapiraca. Agora com 16 pontos, o Verdão do Oeste tem seis pontos à frente do primeiro time fora do G-4. Ainda sem vencer fora, o Paysandu permanece com cinco pontos, e agora entra na zona de rebaixamento.

Chape domina e artilheiro deixa sua marca

Dois motivos simples impulsionaram a Chapecoense ao ataque nos minutos inicias: a defesa da liderança e o compromisso de vencer em casa. Até os 12 minutos, foram três chances reais de marcar. Na última delas, o goleiro Zé Carlos fez defesa difícil para evitar tento olímpico de Athos. No grito, o técnico Givanildo de Oliveira deu o recado aos comandados para reterem mais a posse de bola. Foi trocando passes no meio que o Paysandu controlou oo ímpeto verde. Mas não só isso. Chegou a se aproximar do gol rival por meio de bolas alçadas na área.

Apenas com Athos como criador, a Chape via os volantes do Paysandu segurarem as investidas do time da casa pelo meio. Isso animou o Papão, que saía mais pela esquerda, com Janilson. Como subia com frequência, o lateral-esquerdo deixava espaços, como aos 40 minutos. Athos iniciou a jogada e deixou para Bruno Rangel. Fora da área, o camisa 9 da Chape abriu com Fabinho Alves, que levantou a cabeça e viu Augusto entrando na área pela direita. Sozinho, ele finalizou torto. Quando a etapa se encaminhava para 0 a 0, surgiu o goleador da Série B. Dessa vez dentro da área, Bruno Rangel aproveitou cruzamento de Alan e usou a cabeça para marcar.

Papão tenta reação, mas Rangel volta a decidir

Se o problema do Paysandu no primeiro tempo foi ter finalizado pouco ao gol de Nivaldo, Givanildo promoveu a entrada de dois atacantes experientes: Marcelo Nicácio e Iarley, um dos grandes ídolos do Papão. A troca deu certo, e os paraenses assustaram aos 12 minutos, justamente com os dois: Nicácio desviou de cabeça para Iarley, que chegou pouco depois do camisa 1 da Chape. O lance mostrou que os visitantes estavam no jogo. Não demorou muito para o time paraense fazer mais. Antes dos 20, Eduardo Ramos aproveitou afastada de Alan para o meio e, sem deixar a bola cair, pegou lindo chute para deixar tudo igual.

Para não deixar escapar a liderança, pois sabia que o vice-líder Joinville vencia bem o Guaratinguetá, o técnico Gilmar Dal Pozzo colocou em campo um jogador com faro de gol: Soares, autor de dois na última partida. E deu certo. Em sua primeira participação, o atacante recebeu de Fabiano, teve paciência para esperar Zé Carlos e cruzou para Bruno Rangel. Quase em cima da linha, ele só teve trabalho de tocar para o fundo das redes pela oitava vez na Série B, e abrir ainda mais na artilharia.

Atrás do resultado, o Paysandu teve duas chances no fim. Primeiro, Dão tentou recuar para Nivaldo, mas quase mandou para o próprio gol. Minutos mais tarde, Iarley, entre os dois zagueiros da Chape, cabeceou livre, no canto direito, para empatar, aos 43 minutos do segundo tempo, calando o estádio Índio Condá. O silêncio, no entanto, durou pouco. Antes dos 45 minutos, assim como no primeiro tempo, Alan subiu pela esquerda e cruzou para a área. Em boa fase, Bruno Rangel subiu mais que o zagueiro e cabeceou para o chão, fazendo seu terceiro na partida, o nono na Série B, dando a vitória à Chape por 3 a 2.

 

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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