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terça-feira, 23 / julho / 2024

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25ª fase da Operação Lesa Pátria apreendeu no Tocantins 110 mil dólares, 26 mil euros e 77 armas

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A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira, 29, a 25ª fase da Operação Lesa Pátria, com o objetivo de identificar pessoas que financiaram e fomentaram os fatos ocorridos em 8/01/2023, em Brasília-DF, quando o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal foram invadidos por indivíduos que promoveram violência e dano generalizado contra os imóveis, móveis e objetos daquelas Instituições.

Ao todo, estão sendo cumpridos 34 mandados judiciais, sendo 24 mandados de busca e apreensão, três mandados de prisão preventiva e sete de monitoramento eletrônico, todos expedidos pelo Supremo Tribunal Federal. Ações ocorrem no Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Tocantins, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Espírito Santo e Distrito Federal.

Além disso, foi determinada a indisponibilidade de bens, ativos e valores dos investigados. Apura-se que a quantia dos danos causados ao patrimônio público possa chegar à cifra de R$ 40 milhões.

Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

As investigações continuam em curso, e a Operação Lesa Pátria é permanente, com atualizações periódicas acerca do número de mandados judiciais cumpridos e pessoas capturadas.

No Tocantins

No Tocantins os alvos foram: O tenente-coronel da Polícia Militar Clauber de Abreu Martins, Frederico Moraes de Barros Carvalho, Thiago Marasca Moura, Valter Nogueira, Celso Montoia Nogueira, Nelcivan Costa Feitosa, Bruno Figur, Gleydson Ricardo Martins Torres, Sebastião Alves Júnior e Zuleica Silva Negro Barros.

Armas e dinheiro

A Polícia Federal apreendeu cerca de 110 mil dólares e 26 mil euros, além de 77 armas, na casa do investigado Frederico Moraes de Barros Carvalho, que por meio da defesa, informou que quando mudou dos Estados Unidos para o Tocantins, em 2021, trouxe na mudança a coleção.

O arsenal teria entrado no Brasil, segundo os advogados do investigado, de forma legal e toda a documentação teria sido passado por vistoria da Receita Federal , Exército e Polícia Federal em Anápolis (GO). Quando Frederico se mudou para Palmas, mais uma vez a PF e Exército teriam feito a vistoria nas armas de Frederico.

O dinheiro e um veículo importado também eram de propriedade do investigado e o conforme a defesa, tiveram a origem declarada na Receita Federal.

Sobre a participação nos eventos que geraram a investigação, os advogados afirmaram que Frederico não foi a nenhuma manifestação em Brasília e também não participou dos acampamentos em outubro de 2023.

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