O sinal amarelo acendeu em meio aos articuladores da intenção de lançar Carmem Alcântara (MDB), em mais uma disputa pela Prefeitura de Augustinópolis, no Bico do Papagaio, um dos municípios mais importantes da região.

Carmem tem se mantido discreta nas ações. Passou os quase três anos da gestão Júlio Oliveira (PRB), seu algoz em 2016, calada. Em nenhum momento se fez valer como oposição ou mostrou um mínimo de antagonismo ao grupo que administra o município. Para variar, líderes que não se alinham com o grupo Cayres, reclamam da omissão de Carmem durante a Operação Perfídia que prendeu e afastou 10 vereadores por 180 dias.

Agora, que ela começa a se movimentar visando o pleito do ano que vem, fortes resistências tem surgido.

Uma prova cabal do momento de isolamento, é o não convite para a reunião deste sábado, 19, onde será lança a Frente Popular, que será um grupo de oposição que pretende se opor aos Cayres e aos próprios Alcântaras. O grande problema para Carmem, é que ela espera ter o apoio de ampla maioria dos que hoje, formam a Frente Popular, inclusive para montar chapa de vereadores.

Aliados dizem que ela hoje teria como juntar, apenas 2 nomes relevantes para compor chapa de vereador e que a ideia seria arregimentar os 10 suplentes de vereadores que assumiram durante o afastamento dos titulares, mas que hoje estariam dentro da Frente Popular e com restrições ao nome da ex-prefeita.

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