Após ser novamente cassado pela Câmara Municipal, nesta segunda, 10, o prefeito Júlio Oliveira, divulgou nota afirmando que continua prefeito, que o ato de cassação foi totalmente ilegal e que a ação do vice-prefeito, Vanderlei Arruda (PV), que assumiu o comando do Poder Executivo e pediu bloqueio das contas bancárias do município, vai prejudicar servidores público, que terão seus salários atrasados.

Com a palavra Júlio Oliveira:

O prefeito municipal de Augustinópolis, Júlio Oliveira, vem esclarecer através desta nota alguns atos do presidente da Câmara Municipal de Augustinópolis e suas consequências para o servidor.

Estranhamente, o presidente da Casa de Leis e o vice-prefeito munido de uma suposta ata de cassação, procuraram a Agência do Banco do Brasil e bloqueou a conta da Prefeitura na referida Instituição financeira.

A estranheza se encontra pelo fato de que ainda não houve uma sessão que poderia cassar o prefeito, que está marcada para esta quinta-feira, 13.

Sem uma ordem judicial, e sem um julgamento, assim ferindo todo processo legal, esse ato prejudicou vários servidores do município e fornecedores que ficarão sem receber seus vencimentos, inclusive sem saber quando mesmo é que irão receber. Um ato totalmente ilegal.

Procurado, o gerente enviou um áudio afirmando que “o atual prefeito (Vanderlei Arruda) esteve na agência e pediu a suspensão de todos os pagamentos”. Ora! Sem uma decisão judicial como pode um gerente acatar esse pedido?

Quero deixar claro que os vencimentos não serão realizados por esse ato do presidente da Câmara, que há tempos vem tentando desestabilizar a gestão, agora, prejudicando servidores.

Não entendemos do porquê de toda essa bagunça que ele insiste em fazer.

Também esclarecer que continuamos prefeito, e continuaremos na luta por uma Augustinópolis melhor.

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