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CNI-Ibope: 41% dos brasileiros confiam no presidente Jair Bolsonaro, mesma parcela que aprova sua maneira de governar

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Em seu último levantamento de 2019, apresentado nesta sexta-feira (20), a pesquisa CNI-Ibope revela que a parcela da população que aprova a maneira de governar do presidente Jair Bolsonaro é de 41%, enquanto aqueles que desaprovam é de 53%. O índice de confiança no presidente também é de 41% dos brasileiros e os que afirmam não confiar nele é de 56%.

Outra pesquisa, denominada Sondagem Especial: Avaliação do Governo pelo Empresário Industrial, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada em 11 de dezembro, mostrou que, entre os empresários industriais, a avaliação do governo é mais positiva: 65% dos entrevistados disseram confiar no presidente Bolsonaro e 64% disseram aprovar sua maneira de governar.

A pesquisa CNI-Ibope, divulgada nesta sexta-feira (20), mostra também que 29% da população considera o governo de Jair Bolsonaro ótimo ou bom. Este índice é aproximadamente a metade da avaliação feita pelos industriais brasileiros, entre os quais, 60% consideram o governo ótimo ou bom.

“A diferença na avaliação do governo entre empresários e a população em geral pode ser explicada pela diferença na percepção das condições econômicas. Os empresários já percebem a retomada do crescimento (inflação e juros baixos, consumo voltando a crescer), enquanto a população ainda vê o país com alto desemprego e renda baixa”, analisa Renato da Fonseca, gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI.

Para o economista, a população, sobretudo as famílias com renda mais baixa continuam com dificuldade de recuperar a capacidade de consumo. Por isso, não percebem que a economia está voltando a crescer. À medida que a recuperação ganhar força, provavelmente em meados de 2020, o emprego passará a crescer mais rápido e a população começará a perceber com mais clareza a melhoria na economia.

CONTRASTES – Ainda de acordo com a pesquisa CNI-Ibope, 31% dos brasileiros consideram a atual administração regular, enquanto 38% a avaliam como ruim ou péssima. Em contraste, a Sondagem Especial com empresários mostra que 26% dos industriais acham que o governo é regular, enquanto 7% avaliam a atual administração como ruim ou péssima.

Na indústria da construção, 69% confiam em Jair Bolsonaro e 69% aprovam a maneira de governar do presidente. Na indústria de transformação, 67% confiam no presidente e 65% aprovam sua maneira de governar. Na indústria extrativa, 62% confiam no presidente e 59% aprovam sua maneira de governar.

Em relação às perspectivas da população quanto ao restante do governo, a CNI-Ibope mostra que as avaliações positivas e negativas da população convergem dentro da margem de erro. Segundo a pesquisa, 34% consideram que os próximos anos de mandato serão ótimos ou bons, enquanto para 32% serão ruins ou péssimos. Para 28% dos ouvidos, os próximos três anos serão regulares.

ÁREAS DE GOVERNO – A segurança pública segue como a área de governo mais bem avaliada pela população, sendo aprovada por 50% dos brasileiros – a taxa de desaprovação é de 47%. Em seguida, aparece a área de educação, aprovada por 45% dos brasileiros. No terceiro lugar, o combate ao desemprego conta com 41% de aprovação entre a população, um aumento de 5 pontos percentuais em relação à pesquisa de setembro.

A CNI-Ibope ouviu 2 mil pessoas em 127 municípios, entre 5 e 8 de dezembro. A Sondagem Especial: Avaliação do Governo pelo Empresário Industrial, por sua vez, entrevistou 1.914 empresários de todo país entre os dias 2 e 10 deste mês. Em ambas, a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e, a confiança, de 95%.

PERCEPÇÕES DA POPULAÇÃO – Recentemente, o Ibope fez também uma pesquisa para aferir as  expectativas da população com relação à economia brasileira para 2020 e a avaliação sobre projetos e ações de iniciativa do governo de Jair Bolsonaro. De acordo com essa pesquisa, que entrevistou 2 mil pessoas em 127 municípios e foi divulgada em 11 de dezembro, quase metade (49%) da  população acredita que a situação econômica do país vai melhorar no próximo ano. Outros 24% dizem que ficará igual e 24% afirmam que a situação vai piorar.

O levantamento revela também que a população apoia as reformas estruturais e medidas do atual governo nas áreas econômica e social. Alguns exemplos: 88% apoiam a liberação de recursos do FGTS para trabalhadores e também a criação da “carteirinha de estudante digital”; 78% apoiam a manutenção da inflação dentro da meta; 76% apoiam a liberação de 13º salário para beneficiários do Bolsa Família e a abertura de agências bancárias aos sábados; 62% apoiam o pacote anticrime enviado pelo governo ao Congresso Nacional e a Lei da Liberdade Econômica; 57% apoiam as privatições e as concessões de serviços públicos à iniciativa privada.

Na avaliação dos brasileiros, o desemprego, com 30% das citações, a segurança pública e a violência, com 24% das menções, e a saúde, também com 24% das respostas, lideram a lista dos problemas que “vão melhorar em 2020”. Em quarto lugar, com 23% das citações, vem a educação, e, em quinto, com 16% das respostas, a corrupção.

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Anvisa devolve pedido de uso emergencial da Sputnik

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MOSCOW, RUSSIA – DECEMBER 28, 2020: Vials containing the Gam-COVID-Vak (Sputnik V) vaccine are on display during vaccination against COVID-19 at Branch No 8 of Moscow’s outpatient clinic No 121. Vladimir Gerdo/TASS.No use Russia.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) devolveu o pedido de uso emergencial da Sputnik V ao laboratório responsável pela vacina. Segundo a Anvisa, o pedido foi devolvido porque o laboratório não apresentou os requisitos mínimos para que o pedido de uso emergencial pudesse ser analisado pela agência. 

De acordo com a Anvisa, apenas vacinas que estejam na Fase 3 de estudos clínicos no Brasil podem solicitar permissão para uso emergencial. Esse não é o caso da Sputnik V, desenvolvida pela Rússia. 

A Sputnik já solicitou pedido para que os testes de Fase 3 sejam realizados no Brasil, mas isso ainda não foi aprovado pela Anvisa, já que o laboratório responsável pela vacina não enviou informações que foram solicitadas pela agência.

A autorização para as pesquisas de Fase 3 da Sputnik foi solicitada à Anvisa no dia 31 de dezembro do ano passado. No dia 4 de janeiro deste ano, a agência constatou que faltam documentos e solicitou que o laboratório complemente as informações. A agência informou que aguarda a chegada desses dados. 

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TSE distribuiu R$ 934 milhões entre partidos políticos em 2020

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Um levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostrou que a Corte distribuiu entre os partidos políticos R$ 834 milhões por meio de duodécimos do Fundo Partidário no exercício de 2020. O valor foi repartido entre as 33 legendas atualmente registradas no Tribunal. Até dezembro do ano passado, foram distribuídos mais R$ 100 milhões relacionados às multas, totalizando R$ 934 milhões. 

Os recursos para este novo ano já foram definidos na Lei Orçamentária Anual (LOA) e serão distribuídos a partir de fevereiro.

O cálculo dos duodécimos do Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos que cabem a cada legenda é feito a partir dos assentos que cada uma conquistou na Câmara dos Deputados nas últimas eleições gerais. De acordo com o TSE, o valor é repassado aos partidos políticos em parcelas mensais ao longo do ano. Essas parcelas são chamadas de duodécimos.

A legenda que mais se beneficiou dessa distribuição em 2020 foi o Partido Social Liberal, o PSL, com quase R$ 100 milhões. Em seguida, vem o Partido dos Trabalhadores (PT), com R$ 82 milhões do Fundo Partidário. O PSDB ocupa a terceira posição, com pouco mais de R$ 50 milhões. 

Todos os anos, até o dia 30 de junho, as legendas devem apresentar ao TSE a prestação de contas do exercício anterior, devendo demonstrar como foram aplicados os recursos do Fundo Partidário.

Por lei, os recursos do Fundo Partidário devem ser empregados na manutenção dos partidos políticos, em despesas como aquisição ou aluguel de sedes e pagamento de pessoal e serviços, bem como aquisição de bens relacionados ao exercício da atividade partidária, entre outros. (Brasil 61)

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Sindicato cobra do Governo do Tocantins pagamento de R$ 244 milhões de passivos de datas-bases

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O SISEPE-TO protocolou nesta quinta-feira, 14, uma pauta com dezenas reivindicações para os servidores públicos, entre elas, o pagamento dos passivos das datas-bases de 2015, de 2016, de 2017 e de 2018, que somam R$ 244 milhões. O SISEPE-TO também cobrou o pagamento de R$ 10 milhões de retroativos de progressões concedidas em 2015 e negociadas a serem pagas em seis parcelas e que não foram pagas, assim como, requereu a concessão e implementação das progressões. Os ofícios foram enviados ao governador Mauro Carlesse e às secretarias da Casa Civil, da Administração e da Fazenda e Planejamento.

“Todo início do ano apresentamos ao governo do Estado as demandas dos servidores públicos e buscamos um canal de diálogo com o objetivo de negociar o cumprimento dos direitos legais dos sindicalizados ao SISEPE-TO”, pondera o presidente do SISEPE-TO, Cleiton Pinheiro, dando o exemplo o pagamento da Data-base 2020, índice de 2,46%, e a diferença da Data-base 2019, pois o índice foi de 5,0747%, mas o governo concedeu apenas 1%, ficando 4,0747% sem implementar.

Sobre as progressões, o SISEPE-TO alerta que o governo do Estado acumula uma grande dívida com os servidores públicos, com progressões de 2008 não implementadas. “Todo o rito e requisitos foram cumpridos e estamos falando de progressões de mais de dez anos atrás, por isso acredito que a gestão precisa enfrentar essa situação, conforme sinalizou que faria em 2018, quando publicou as progressões”, avalia Cleiton Pinheiro. Nesse sentido, o SISEPE-TO reforçou a importância do governador Carlesse cumprir a legislação e conceder as progressões em atraso aos servidores públicos, inclusive disponibilizando os relatórios com a relação dos servidores aptos e inaptos.

“O governo do Estado está em plena condição financeira e fiscal, enquadrado nos índices definidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), podendo efetuar de imediato o pagamento dos passivos com os servidores públicos referentes as datas-bases e progressões, implementadas fora da data. Nesse sentido, requeremos ao governador Carlesse que adote as medidas para diminuir os transtornos causados aos servidores públicos em razão do não pagamento dos passivos, negociando os débitos e dando início ao pagamento dessa dívida com a classe”, pondera o presidente do SISEPE-TO.

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