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Esporte

PA: Clássico paraense entre Paysandu e Águia termina empatado em 0 a 0

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Leandrinho bem que tentou, mas Paysandu e Águia ficaram no 0 a 0 (Foto: Marcelo Seabra/O Liberal)

Tudo igual no clássico paraense entre Paysandu e Águia, nesta segunda-feira, no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Mesmo com maior volume de jogo, o time bicolor pecou nas finalizações, não conseguiu marcar nenhum gol, e o jogo terminou 0 a 0. O Águia, por sua vez, foi guerreiro do inicio ao fim da partida e segurou o empate em mais uma boa atuação do arqueiro Marcelo Cruz e do zagueiro Roberto.

Com o empate, Papão e Azulão fecharam a rodada com oito pontos e se mantiveram bem na classificação geral do Grupo A da Série C do Campeonato Brasileiro – em quarto e quinto lugares, respectivamente, no Grupo A. Os times voltam a jogar no próximo fim de semana. O Águia recebe o Salgueiro, no Zinho Oliveira, sábado; e o Paysandu vai até Campina Grande, na Paraíba, enfrentar o Treze, domingo, no Amigão.

Paysandu comandou, mas pecou nas finalizações

Movimentada. Assim começou a partida entre Paysandu e Águia, com os dois times buscando o gol desde o início do jogo. Mas foi o Papão que chegou primeiro, logo aos três minutos, com Leandrinho que lançou Yago Pikachu em velocidade. O lateral ficou cara a cara com o goleiro Marcelo Cruz, que fez boa defesa e salvou o time aguiano. No minuto seguinte, o Paysandu chegou novamente com Régis, que passou pelo zagueiro do Águia e chutou longe.

O time de Marabá respondeu com o meio-campo Flamel, mas a zaga bicolor estava bem postada, e Fábio Sanches conseguiu roubar a bola e sair jogando. Em nova oportunidade, Kiros ficou de frente para o gol do Águia, mas chutou fraquinho, fácil para a defesa de Marcelo Cruz. Aos 15 minutos da etapa inicial, o jogo esfriou um pouco. Papão investia nas jogadas individuais, e o Azulão explorava as laterais com Mocajuba e Ivonaldo.

Em outro lance importante do primeiro tempo, Flamel cruzou a bola, e o atacante Thiago Pereira não conseguiu cabecear. O Papão respondeu com uma bela jogada de Vanderson, Thiago Potiguar e Yago Pikachu, mas o ala acabou chutando para fora, desperdiçando mais uma chance para o Paysandu. O time da casa tinha maior volume de jogo, mas não conseguiu concluir em gol as jogadas criadas pelo meia Thiago Potiguar e pelo alas, Régis e Yago.

Aos 43 minutos, mais uma chance para o time bicolor. Vanderson chutou de dentro da meia-lua, a bola rebateu no zagueiro Roberto e sobrou para o lateral-esquerdo Régis. Ele emendou consciente, colocado, e a bola passou raspando o ângulo do gol aguiano.

O segundo tempo começou com o time de Marabá no ataque. Em cobrança de falta, Flamel cruzou na área, o atacante Wando cabeceou em Kiros e saiu pela linha de fundo. Depois da cobrança de escanteio, o Paysandu saiu em contra-ataque com Leandrinho em velocidade e, ao invés de tocar para Yago Pikachu ou Thiago Potiguar, chutou para fora, deixando o torcedor na bronca e em estado de nervos.

Aos seis minutos do segundo tempo, foi o estopim para a torcida do Paysandu, depois que Kiros perdeu a posse de bola no meio-campo. Três minutos mais tarde, o técnico Roberval Davino também não teve mais paciência com o atacante e colocou Rafael Oliveira em campo. A substituição começou a fazer efeito logo em seguida. Depois de bom cruzamento de Régis na área do Águia, Rafael Oliveira se posicionava para cabecear, mas o volante Alexandre Carioca chegou antes e quase fez gol contra.

O gol do Paysandu, que parecia amadurecer, esbarrava na zaga do Azulão. Aos 15 minutos, Pikachu cruzou a bola na área, mas Roberto desviou de cabeça. Na sobra, Robinho tentou o chute, mas a bola saiu pela linha de fundo e foi só tiro de meta para o time de Marabá. Rafael Oliveira, aos 18, teve nova chance de inaugurar o placar depois de bate e rebate na área, mas o atacante bateu em cima da zaga aguiana.

O técnico do Papão fez a última mudança no time aos 25 minutos da etapa complementar, colocando mais um centroavante, Pantico, e tirando lateral Régis. Time todo no ataque em busca do gol e, em seu primeiro toque na bola, o atacante ganhou pelo alto, tocou para Rafael Oliveira que perdeu o domínio da redonda, irritando de vez o torcedor nas arquibancadas. (Globo Esporte)

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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