Connect with us

Esporte

PA: Sport pressiona mas Paysando vence por 2 a 0

Publicado

em

Marcelo Nicácio comemora o seu gol na partida, o primeiro do Papão

Marcelo Nicácio comemora o seu gol na partida, o primeiro do Papão

Paysandu e Sport entraram em campo nesta terça-feira, pela última rodada do primeiro turno da Série B, brigando por metas distintas na competição. O Papão queria fugir da degola. O Leão se manter firme no G-4. As duas equipes fizeram uma partida aberta e de muitas oportunidades de gol, mas de poucas finalizações corretas. No entanto, o Papão conseguiu ser mais objetivo . Apesar de pressionado durante vários momentos no confronto, os donos da casa saíram vencedores de campo com gols de Marcelo Nicácio e Yago Pikachu.

A vitória por 2 a 0, a primeira do tima paraense diante do Leão pernambucano em campeonatos brasileiros, no entanto, não foi suficiente para tirar os paraenses da zona de rebaixamento. Mesmo derrotado, o Sport também se manteve no grupo dos quatro melhores do torneio. A partida contou com a esperada estreia do atacante Aleílson, contratado pelo Paysandu na última semana. Ele jogou cerca de 30 minutos, não marcou mas sofreu o pênalti que originou o segundo gol dos bicolores.

Com o resultado, o Paysandu sobe uma posição, vira 18º, e permanece no Z-4. Já o Sport contou com a ajuda de outros resultados e estaciona na quarta posição. O Papão volta a campo na próxima sexta-feira, às 21h50m, para enfrentar o ASA, no Municipal Arapiraca. O Sport volta para a Ilha do Retiro, onde pega o Icasa, no sábado, às 21h.

Paysandu abre o placar, mas é pressionado no fim

A partida entre Paysandu e Sport começou em ritmo frenético. Com os dois times jogando de forma bem ofensiva, não demorou muito para sair o primeiro gol. Após triangulação de Jaílton, Yago Pikachu e Eduardo Ramos pela direita, o camisa 10 do Paysandu cruzou, Marcelo Nicácio ganhou da marcação de Patric e mandou para o fundo do gol, logo aos oito minutos de jogo: 1 a 0 para o Papão.

Mesmo com o gol, o Sport não se encolheu. A equipe do técnico Marcelo Martelotte priorizou as jogadas pela direita. O lateral Patric foi uma das principais armas pelo setor, geralmente tabelando com Felipe Azevedo, Camilo ou Rithely e cruzando na área. Do outro lado, o Paysandu também procurou explorar o setor destro do campo. Eduardo Ramos constantemente caiu por ali, tendo o apoio do lateral-direito Yago Pikachu e do volante Zé Antônio.

O Sport teve dificuldades para chegar até a área do goleiro Paulo Rafael. Ainda com vigor físico, o Alviceleste paraense marcou forte durante a maior parte do primeiro tempo, dando pouco espaço para a criação de jogadas.  O volante Vanderson constantemente se tornou um terceiro zagueiro, o que deu liberdade para o avanço dos alas Pikachu e Gilton.

A melhor chance dos visitantes na etapa inicial foi em um lance duvidoso. Depois de cruzamento da direita, Paulo Rafael saiu mal do gol e a bola sobrou com Camilo, que rolou para Nunes. O atacante tentou uma bicicleta na pequena área e a bola resvalou na mão direita de Zé Antônio, mas o árbitro Raphael Claus mandou o lance seguir. Na reta final da etapa inicial, o Sport mostrou mais volume de jogo e pressionou, mas não conseguiu empatar a partida.

Sport perde muitos gols, e alvicelestes ampliam

Nenhum dos técnicos quis mexer no time na vidada do primeiro para o segundo tempo, apesar de, do lado do Paysandu, três jogadores reclamarem de cansaço no vestiário. Jaílton, Gilton e Eduardo Ramos pediram para ser substituídos, mas Arturzinho preferiu mantê-los em campo. A situação já dava mostras de como seria a segunda etapa: com um Papão mais cansado e recuado, o Leão da Ilha teve muita posse de bola e criou boas chances, mas exagerou em desperdiçar chances.

A situação começou a mudar após os 15 primeiros minutos da etapa complementar. No Paysandu, Marcelo Nicácio voltou a sentir uma contusão na coxa e foi substituído por Aleílson, que estreou com a camisa alviceleste. Já no Sport, Martelotte deixou o time com três atacantes ao sacar Rithely para a entrada de Diego Maurício.

Apesar de ver sua equipe melhor em campo, a pequena torcida do Sport presente na Curuzu não esperava pelo pênalti de Toby em Aleílson, aos 32 minutos. O lateral-direito Yago Pikachu, de apenas 21 anos, pegou a bola e cobrou com personalidade, sem chances para o experiente Magrão, e deu números finais à partida: 2 a 0.

publicidade
FAÇA UM COMENTÁRIO
Atenção: Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do Jornal. Se achar algo que viole ou fira sua honra pessoal, envie para o email: [email protected] que iremos analisar.
Faça um comentário

Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

Publicado

em

img-20150530-wa0061_1

Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

Continue lendo

Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

Publicado

em

taca7

Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

Continue lendo

Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

Publicado

em

imperatriz_campeao

Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

Continue lendo
publicidade Bronze