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segunda-feira, 08 / agosto / 2022
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Plantações de eucalipto no centro do debate em Minifórum

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Um dos assuntos que geraram maior discussão no 4° Minifórum das Águas foi a questão levantada pela estudante de biologia da Universidade Federal do Tocantins (UFT) Ismênia Fenelon, que quis saber até que ponto a legislação estadual permite as monoculturas.

A preocupação da estudante se refere à plantação de eucaliptos que se estende por diversos municípios do Bico do Papagaio. Segundo ela, por não ser uma planta nativa, os eucaliptos representam perigo ao ciclo ambiental e podem causar o assoreamento.

O superintendente do Ibama no Tocantins, Joaquim Henrique Montelo, disse que a licença para as empresas de celulose responsáveis pelas plantações citadas foram concedidas pelo Naturatins, sob a condição de que fosse respeitada uma área de reserva legal. “É o desenvolvimento do Estado, não tem como frear, vai gerar empregos, riqueza”, completou.

A diretora-geral da Organização Jaime Câmara no Tocantins, Fátima Roriz, chamou atenção para o fato de que o município tem autonomia para barrar esse tipo de empreendimento, mas não o fez.
”Só conseguiram esta licença porque são empresas ricas”, comentou o secretário de Meio Ambiente de Wanderlândia, José Armando. “Mas será que compensa derrubar a mata nativa, derrubar centenas de pés de caju, pequi, para plantar eucaliptos?”, questionou o secretário.

A inspetora de Recursos Naturais do Naturatins, Vanessa Durante, afirmou que o órgão está se reestruturando para ser mais eficiente nas fiscalizações, mas que precisa, sobretudo, da colaboração da população, através de denúncias. (Com informações de Mara Santos- Jornal do Tocantins)

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Gilberto Milhomem Marinho

As plantações de eucalipto representam um sério risco ao meio ambiente. Esse tipo de monocultura causou desertificações em vários países do mundo. Inglaterra, Austrália e Paquistão são bons exemplos para nós. Vastas áreas exploradas por multinacionais, principalmente para a produção de carvão ficaram totalmente impraticáveis para outros cultivares e mais difícil ainda, para a recuperação das matas devastadas.
Há muitos cara-de-paus no governo e na iniciativa privada que chamam essas plantações de reflorestamento ambiental.
Aqui no Bico, mormentemente no município de Araguatins e Itaguatins o cerrado está sendo dizimado, com o consentimento do IBAMA e NATURATINS. Chamam isso de “desenvolvimento”. Que vergonha!!!

Diego Técnico em Agroecologia

Abaixo a monocultura, vamos erradicar essa praga!
Rotação de Culturas já!
Projetos de Reflorestamento e proteção das matas nativas, abra os olhos governantes, combata os incendios que stão degradando nossos biomas.
Proteja o CERRADO.

Técnico Ambiental

Sr. Gilberto e Diego, vamos estudar mais sob a reflorestamento de monocultura de eucalipto, só para vocês saberes na Austrália o eucalipto e vegetação nativa, não e só o eucalipto que da assoreamento em nosso mananciais degrada nosso biomas . O pequeno agricultor e o pior destruidor do meio ambiente, por não ter informação como manuseio da terra, e os nossos órgãos estaduais e federais não dar uma educação, acompanhamento e fiscalização certa a eles.
Você sabe quem e o maior desmatador de nossas matas nativas, sem respeito as nossas leis ambiental, e o órgão INCRA, assenta os colonos em terras, sem dar uma orientação como pode trabalhar na terra sem destruir o meio ambiente.

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