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Solidariedade e partidos aliados oficializam Wagner Rodrigues candidato a prefeito de Araguaína neste sábado, 12

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Wagner Rodrigues

A convenção do Solidariedade e dos partidos aliados Podemos, PSD, Cidadania e Democratas para oficializar Wagner Rodrigues como candidato a prefeito de Araguaína será neste sábado, 12. O evento, que se inicia às 8 horas e terá transmissão ao vivo pelas redes sociais Facebook e Instagram a partir das 9h30, será realizado Parque Ecológico Cimba.

Além destes cinco partidos, outros dois já estão confirmados na aliança política e vão fazer parte da coligação: Patriotas e Pros. Ambos, já realizaram suas convenções.

“Vocês poderão acompanhar ao vivo este grande momento para Araguaína. Esse será o início da caminhada do nosso projeto político para nossa cidade. Muito foi feito nestes últimos oitos anos e seguir avançando é o nosso maior desafio”, convidou Wagner.

O evento será aberto apenas convencionais dirigentes de partidos e candidatos, cumprindo o distanciamento social, com uso obrigatório de máscaras devido à pandemia do novo coronavírus. Na ocasião, também deve ser anunciado quem irá compor a chapa ao lado de Wagner Rodrigues como vice.

Durante a convenção, os candidatos a vereador também terão suas candidaturas oficializadas com o sorteio dos números. A convenção é o primeiro evento oficial de cumprimento do calendário eleitoral, cujas eleições serão realizadas no dia 15 de novembro.

Os links que contarão com a transmissão ao vivo da convenção são: https://url.gratis/LAuDt (Facebook) e https://url.gratis/NDchP (Instagram).

Quadro:

O que é: Convenção do Solidariedade e partidos aliados em Araguaína

Quando: Sábado, 12 de setembro, às 8 horas (transmissão ao vivo a partir das 9h30)

Local: Parque Cimba

Objetivo: Oficializar a candidatura de Wagner Rodrigues a prefeito de Araguaína

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Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 é criada pelo Governo Federal

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Foi publicada, em edição extra do Diário Oficial da União desta segunda-feira (10), a criação de uma Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, que será vinculada ao Ministério da Saúde.

De acordo com nota encaminhada pela Secretaria-Geral da Presidência da República, a Secretaria vai exercer a função de representante da pasta na coordenação das medidas que serão executadas durante a Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional em decorrência da pandemia da Covid-19.


Além disso, caberá ao órgão “propor diretrizes nacionais e ações de implementação das políticas de saúde para o enfrentamento à covid-19, em articulação com os gestores estaduais, municipais e o Distrito Federal, bem como definir e coordenar as ações do Plano Nacional da Vacinação”. (Brasil 61)

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Produtividade na indústria cai 2,5% no primeiro trimestre do ano

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Segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (11) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a produtividade do trabalho na indústria brasileira caiu 2,5% no primeiro trimestre de 2021 em comparação com o último trimestre de 2020. De acordo com a entidade, o número de horas trabalhadas aumentou em 1,9%, porém, mesmo com este aumento, foi registrada uma queda de 0,5% na produção. O resultado do índice de produtividade é representado pelo volume produzido pela indústria dividido pela quantidade de horas trabalhadas.

A CNI atribui a queda da produtividade pela incerteza trazida pela pandemia, assim como o desarranjo das cadeias produtivas, associado a estoques baixos, alta dos custos e aumento da escassez de insumos e matérias-primas.

Essas dificuldades afetam a capacidade de planejamento das empresas e o ritmo de produção. Além disso, outro fator que pode ter influenciado o índice foi o esgotamento dos prazos dos acordos celebrados em 2020, que permitiram adiantamento de férias, redução de salário e jornada, e suspensão do contrato de trabalho. (Brasil 61)

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Bastidores

STF deve discutir nesta semana desde quando o ICMS deve ser excluído da base de cálculo do PIS/Cofins

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A pauta de debates do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) está em vias de avaliar os embargos de declaração no recurso extraordinário em que a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) pede que o judiciário defina a partir de quando começa a valer a decisão de que o ICMS não integra a base de cálculo das duas contribuições, destinadas ao financiamento da seguridade social – ou seja, o ICMS não integrar a base de cálculo do PIS/Cofins.

O tema ganha relevância ao contribuinte brasileiro, pois isso pode mudar a forma de arrecadação e reduzir alguns impostos para a população. O deputado federal Alexis Fonteyne (NOVO/SP), é um dos parlamentares com maior atuação relacionada ao tema e conversou com o portal Brasil61.com a respeito dos impactos desse julgamento para o Brasil.



“A importância desse julgamento é termos transparência na carga tributária que temos. Quando o Governo vai colocando um imposto na base de outro para compor os impostos, a gente vai jogando uma cortina de fumaça na transparência do sistema tributário brasileiro, fazendo com que o brasileiro pague impostos de forma alienada e sem ter a menor noção do que tem de carga tributária dentro de um bem ou serviço que está comprando. Então, para a sociedade, a importância é darmos a clareza e transparência de qual é a carga tributária do consumo, pois esses impostos são basicamente sobre consumo”, afirmou.

Em relação ao impacto fiscal, se não houver modulação no julgamento dos embargos, o parlamentar explica que esse é um cálculo difícil de ser feito com precisão, mas os números apontam para mais ou menos R$ 250 bilhões.

“Agora, o que são esses R$ 250 bilhões e onde estão? Quando essa tese veio à luz, muitas empresas acabaram entrando com mandados de segurança e já não foram pagando PIS e Cofins com essa base ‘engordada pelo ICMS’. O que acaba acontecendo com esse imposto é que o Governo deixa de arrecadar, mas boa parte já não realmente paga por conta dos mandados de segurança. Mas quando se pacificar o projeto, ninguém mais vai pagar, aí o que vai acontecer é termos um rombo na arrecadação. O governo faz essas confusões, essas manobras para ir arrecadando em cima de bases, inclusive inconstitucionais, por isso o assunto está no STF. Mas quando eliminar isso, vai ser preciso arrecadar de alguma outra forma, porque arrecadação é o que paga a máquina pública, que é enorme, ineficiente e custa muito caro”, destacou.

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