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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Escola Arte de Crescer passa a integrar sistema Dom Bosco

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Presente a mais 50 anos no mercado educacional o Sistema de Ensino Dom Bosco  by Pearson é um dos maiores sistemas de ensino do país e sua rede se estende a todos os estados do Brasil e em mais de 70 países.
A Escola arte de Crescer foi fundada em 2012 e oferece desde educação infantil maternal até o ensino fundamental 2 do 6º ao 9º, além de atividades extras tais como balé, natação e futsal. Possui professores capacitados com formação especifica na área.
Para a diretora educacional, Ana Paula Araújo a fusão entre os dois sistemas de ensino só vem  a melhorar e aperfeiçoar a nossa escola pois a rede Dom Bosco oferece um material constantemente atualizado, consultoria pedagógica e formação continuada para os professores das escolas parceiras, material com ensino aprendizagem voltado para o sociointeracionismo além de avaliações nacionais enviadas pelo sistema Dom Bosco com foco no ENEM.
Segundo o Consultor Gerson Lobo que esteve presente nesta quinta-feira dia 16 de novembro na Escola Arte de Crescer para apresentação do sistema para os pais da escola, “o Sistema Dom Bosco buscava em Araguatins uma escola parceira que fosse referência na cidade nos quesitos educacionais e estruturais, e encontrou na EAC o parceiro ideal para o fortalecimento da nossa marca na Região do Bico do Papagaio”.
Oportunidade
Para festejar essa nova parceria a Escola Arte de Crescer promove neste sábado 18, das 8 as 12 horas o dia “D” para novas matriculas e rematrículas para o ano de 2018. Neste dia haverá distribuição de kits para os novos alunos, além  sorteio de descontos nas mensalidades do próximo ano. (Ascom)
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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Familiares de detentos reclamam sobre restrições e alertam para possibilidade de greve de fome e rebelião

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Esta semana a cadeia Pública de Araguatins, no Bico do Papagaio, foi palco de reclamações e queixas de familiares de detentos. Após a instauração da e Operação Legalidade Primavera Árabe, por parte dos policiais penais.

Os familiares alegam que as restrições impostas aos detentos, tem prejudicado inconsequentemente a permanência dos apenados e que além das visitas estarem restritas, vem enfrentando dificuldade, com as restrições impostas que bloqueiam a entrada de produtos de de limpeza, higiene pessoal e até remédios.

“Todos lá cometeram penalidades e estão pagando por isso. Agora, submete-los a não receber até medicamentos é demais. Sem contra que todos as famílias ajudam com materiais de limpeza, alimentação e higiene pessoal. Se existe problema entre os funcionários e o Governo, o caminho não deveria ser esse, mas sim o diálogo”, disse uma mãe de detento que pediu para não ser identificada, com receio de retaliação.

O movimento de reivindicação por direitos trabalhistas organizado por policiais penais no Tocantins já alcançou praticamente todas as unidades prisionais do estado. Batizado de Operação Legalidade Primavera Árabe, o movimento faz alusão à onda de movimentos e revoluções em países do Oriente Médio que teve início em 2010 e “faz referência a um movimento que começou pequeno, mas que se expandiu, tornando-se grande”, como explicou o presidente da Associação dos Prossionais do Sistema Penitenciário do Tocantins (Prosispen), Wilton Angelis Barbosa.

Apesar do nome, o movimento não se trata de uma ação operacional dentro das unidades, mas sim de um movimento que busca pressionar o Governo do Estado para cumprir o pagamento de direitos devidos aos policiais penais, como horas extras e adicionais.

De acordo com a Prosispen, a chamada Operação Legalidade Primavera Árabe suspende qualquer atividade que fuja às obrigações legais atribuídas aos policiais penais.

Os agentes prometem deixar de fazer horas extras, cumprindo somente as 40 horas semanais, de acordo com o estatuto da categoria, e ainda deixar de fazer escoltas fora do município de atuação por causa do não pagamento de diárias.

Ainda segundo a Prosispen, os agentes também pretendem como regalias de presos dentro das celas, como ventiladores, televisores, videogames, entrada de fumo e outros itens, além da proibição de contato de presos com parentes e advogados, a depender da disponibilização de equipamentos de proteção individual para prevenir o risco de contágio pela covid-19 no contato com pessoas do público externo.

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