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Bico do Papagaio

Defensoria inicia ação itinerante para atender famílias impactadas por enchentes no Bico

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A fim de realizar vistorias nos abrigos públicos provisórios e promover atendimentos coletivos para as pessoas em situação de vulnerabilidade, a Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) inicia nesta quinta-feira, 13, uma ampla atuação nos municípios do Bico do Papagaio, impactados com o grande volume de chuvas que ocasionam enchentes, inundações e alagamentos. São Miguel do Tocantins, Itaguatins e Axixá são os primeiros municípios a receber a ação que deve ocorrer em todas as localidades onde houver pessoas desabrigadas.

A ação itinerante específica para atender as pessoas impactadas com os efeitos das chuvas é uma iniciativa da Administração Superior da Defensoria Pública e realizada por meio de atuação conjunta dos Núcleos Especializados. A coordenação é da Superintendência de Defensores Públicos, que juntamente com os Núcleos, organiza o cronograma das atividades para que, de forma ágil e eficiente, defensoras e defensores públicos possam ter atendido todos e todas em situação de vulnerabilidade.

Além dos atendimentos coletivos e de vistorias em abrigos públicos (onde houver), a proposta é verificar a situação das medidas já adotadas pelas Prefeituras e pelo Estado. Defensoras e defensores públicos também querem conhecer o planejamento dos Poderes Executivos municipais e Estadual diante do problema. Para isso, visitas às Prefeituras também estão previstas, assim como a órgãos das administrações direta e indireta dos Municípios, se necessário. 

Ampla atuação
As atividades in loco têm início hoje (13) na região Bico do Papagaio, onde vários municípios tocantinenses sofrem com os efeitos do alto volume de chuvas e de cheias em rios da região que, juntamente com outros rios, formam a extensa Bacia Hidrográfica Tocantins-Araguaia. A peculiaridade da região está no fato de que os cursos dos dois maiores rios dessa Bacia (o rio Tocantins e o rio Araguaia) passam por municípios do “Bico do Papagaio” e também da região Norte do Tocantins. Em São Miguel do Tocantins, por exemplo, conforme informações divulgadas pela Prefeitura, até 4 de janeiro último o nível do rio Tocantins já estava dez metros acima do normal. 

São Miguel do Tocantins, Itaguatins e Axixá recebem a equipe da Defensoria Pública nesta quinta-feira, 13; amanhã, 14, a atuação estará em Araguanã e Palmeirante, municípios localizados na região Norte.

No sul do Estado, em Formoso do Araguaia, também amanhã, 14, outra equipe da Defensoria Pública estará nas atividades dessa ampla atuação itinerante em favor das pessoas vulneráveis.

No Bico do Papagaio e no Norte do Estado a atuação é do coordenador do Núcleo Aplicado das Minorias e Ações Coletivas (Nuamac) na regional da Defensoria em Araguaína, defensor público Pablo Mendonça Chaer. Já em Formoso do Araguaia a atuação será da coordenadora em substituição no Nuamac Gurupi, defensora pública Pollyana Lopes Assunção.

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Bico do Papagaio

NAZARÉ: Prefeitura deixa matagal tomar conta de unidade de saúde e cobras invadem local

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O surgimento de serpentes na Unidade de Saúde Zilda Pereira de Oliveira, do município de Nazaré, no Bico do Papagaio, tem assustado moradores e pacientes. Desde novembro, vários animais foram encontrados no pátio e dentro dos consultórios. A matéria é do Portal G1.

A informação de moradores é que, em média, cerca de três jararacas aparecem por dia no local. Até o momento ninguém foi atacado, mas a comunidade teme os riscos.

A reportagem do G1, disse que fez contato com a Prefeitura de Nazaré para saber quais ações serão tomadas para evitar o número de aparecimentos e acidentes com essas serpentes na Unidade Básica de Saúde e aguarda uma resposta.

O especialista em toxicologia, Márcio Trevisan, explica que a jararaca é um animal peçonhento que está envolvido na maioria dos casos de acidentes ofídicos no Brasil.

“São serpentes que andam essencialmente pela noite, elas saem para explorar e caçar no final da tarde. É a espécie mais comum no Tocantins”.

O posto de saúde fica no bairro São Francisco, próximo a saída para o povoado Grota da Areia. Os moradores explicam que várias áreas da região estão cobertas por mato. Os funcionários da UBS relatam que o matagal está invadindo até a parte do pátio da unidade de saúde, deixando o espaço inutilizável.

Quem vive na região aguarda pelo serviço de roçagem e reclama que o matagal pode facilitar o aparecimento dos animais. O especialista explica que deixar o mato baixo deve ajudar a diminuir o número de aparições de serpentes.

“O matagal pode influenciar no surgimento dessas serpentes, já que o ambiente possibilita que o animal se esconda e se alimente. Por isso é sempre indicado que nesses lugares onde têm circulação de pessoas, se faça a roçagem para manter o mato baixo. Também é indicado que evite o acúmulo de objetos e matérias como madeira, tijolos e restos de materiais de construção, justamente porque esses locais acabam de tornando um refúgio para esses animais”.

Apesar do perigo, é crime matar animais silvestres. A orientação é que bombeiros, policiais e entidades ambientais sejam acionadas para fazer o resgate do animal.

“Esses animais estão sendo forçados a sair do ambiente natural deles. O ideal é que a serpente não seja morta, o ideal é solicitar o resgate para levar o animal a um lugar seguro, já que eles são importantes para a cadeia alimentar do ambiente”, explica Márcio Trevisan.

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Bico do Papagaio

ARAGUATINS: Homem compra moto no ‘Feirão do Face” e depois descobre que era roubada

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Uma motocicleta Honda CG 150 Titan, placa de Imperatriz-MA, com registro de furto/roubo foi apreendida pela Polícia Militar, na tarde deste sábado, 22, na avenida Araguaia, em frente ao quartel do 9º Batalhão (9º BPM), em Araguatins, norte do Estado.

O responsável pela motocicleta, homem de 32 anos, foi quem procurou a PM para fazer a denúncia. Segundo o comunicante, ele havia comprado a motocicleta no último dia 20 de janeiro, quinta-feira, através de um anúncio no “Feirão do Face” (Facebook), pelo valor de R$ 6,5 mil reais, e dois dias depois da compra descobriu que a motocicleta era produto de crime.

De acordo com o comunicante, ele entrou em contato com o anunciante e marcou de se encontrarem na cidade de Sítio Novo – TO onde combinaram a negociação do pagamento da compra do veículo de duas maneiras: R$ 5 mil reais em espécie e o restante, R$ 1,5 mil reais, através de um Pix para o vendedor.

No momento da negociação, o comprador, por meio da placa e com a suposta documentação do veículo em mãos, não constatou nenhuma irregularidade na motocicleta. No entanto, ao verificar o chassi da moto, notou que a numeração não estava de acordo com o chassi constante no documento que tinha em mãos, e então resolveu procurar a Polícia Militar. 

Após verificação, a PM constatou que a placa que estava na motocicleta pertencia a outra moto e o chassi apontava para uma motocicleta com restrição de Furto/Roubo.

Diante do fato, o comunicante e a motocicleta foram apresentados na Delegacia de Polícia Civil local para as providencias cabíveis.

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Bico do Papagaio

BURITI: Após descoberta de caso de mormo, cavalgadas e tropeadas são proibidas em 6 municípios

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Para proteger a sanidade do plantel equídeo contra mormo, doença infectocontagiosa que acomete asininos, equinos e muares, a Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) após registro da enfermidade em Buriti, no Bico do Papagaio, publicou a Portaria nº 026, no Diário Oficial dessa sexta-feira, 21. O documento suspende eventos equestres e aglomerações da espécie naquele município e mantém a mesma medida em Araguatins, Augustinópolis, Wanderlândia, São Sebastião e Carrasco Bonito, por conta de fazerem limite com Buriti.

Este foi o primeiro caso de mormo de 2022. Em 2021 foram confirmados 22 animais. “As ações que desempenhamos são preconizadas pelo Ministério da Agricultura que determina as normas de controle e erradicação da enfermidade, entre elas destacamos o saneamento das propriedades focos e as circunvizinhas, eutanásia nos animais positivos e investigação epidemiológica”, explica a responsável pelo Programa Estadual de Sanidade dos Equídeos da Adapec, Isadora Mello Cardoso.

A principal forma de prevenção é a realização de exames regularmente, já que a validade é de 60 dias, exigi-los ao comprar um animal e evitar que o equídeo tenha contato com outros sem comprovação negativa de mormo. No caso de suspeita da enfermidade, o produtor rural deve isolar o animal e comunicar imediatamente as unidades da Adapec presentes em todo o Estado ou ligar gratuitamente no 0800 063 11 22, de segunda-feira a sexta-feira, das 8 às 14 horas. 

A Adapec conta com 23 barreiras fixas nas divisas do Estado e mais 13 barreiras volantes para atuar na fiscalização das áreas animal e vegetal. 

Mormo

Mormo é uma doença infectocontagiosa causada por bactéria. Não existe vacina e nem tratamento. É uma zoonose, portanto pode ser transmitida ao homem. Nos equídeos, os principais sintomas são nódulos nas narinas, corrimento purulento, pneumonia, febre e emagrecimento. Existe ainda a forma latente (assintomática) na qual os animais não apresentam sintomas, mas possuem a enfermidade.

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