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MEC e Inep se reúnem com Consed e Undime para debater avaliação da educação básica e Enem

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O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) promoveram a terceira reunião virtual, nesta segunda-feira (31), com representantes da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), para dar continuidade às tratativas para a realização do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). 

Na reunião foi informado que o Saeb 2021 será aplicado no final deste ano, nos mesmos moldes de 2019. Está mantido o formato censitário para 5º e 9º ano do ensino fundamental para as disciplinas de Língua Portuguesa (leitura) e Matemática; e 3ª e 4ª séries do ensino médio das escolas públicas para Língua Portuguesa (leitura) e Matemática. Para o 2º ano do ensino fundamental, da educação pública, será adotado o formato amostral para as disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. No caso do 9º ano do ensino fundamental, as disciplinas são Ciências Humanas e Ciências da Natureza. 


Já para o 5º e 9º ano do ensino fundamental, as disciplinas são Língua Portuguesa (leitura) e Matemática; e a 3ª e 4ª séries do ensino médio, das escolas privadas, as disciplinas são Língua Portuguesa (leitura) e Matemática, o método utilizado será amostral. 

O secretário-executivo do MEC, Victor Godoy Veiga, informou aos participantes que está para ser publicada no Diário Oficial da União (DOU) uma portaria que estabelece a criação de um grupo de trabalho para debater um novo modelo para o Saeb e Ideb, com a participação dos técnicos da pasta e do Inep, além de representantes do CNE, Consed e Undime. 

Victor Godoy Veiga ressaltou que a aplicação do Sistema de Avaliação permitirá analisar a qualidade da educação básica e, dessa forma, será possível aprimorar os programas e projetos destinados a suprir as deficiências de aprendizagem dos estudantes. “Principalmente diante de um ciclo afetado diretamente pela pandemia pela Covid-19, como foi o caso de 2020 e 2021, até o momento”, comentou Godoy. 

Durante a reunião, o secretário-executivo enfatizou para os representantes do Consed e da Undime a necessidade e a importância da parceria das secretarias de educação estaduais, municipais e distrital para a viabilização do Saeb, por meio da presença dos estudantes em sala de aula. “Todas as esferas governamentais envolvidas nesse processo precisam desempenhar suas ações com um esforço de gestão sem precedentes com vistas a assegurar o cumprimento dos objetivos do Saeb”, disse Victor Veiga. 

O presidente da Undime, Luiz Miguel, explicou que a entidade não condicionou a volta às aulas presenciais à vacinação dos trabalhadores da educação. “Não é difícil construir estratégia conjunta com os entes federados. Com a vacinação dos envolvidos, será possível trazer de volta as equipes e fazer o processo escolar funcionar perfeitamente”, opinou Miguel. 

Segundo Vitor de Ângelo, presidente do Consed, o problema das aulas presenciais não é por conta de protocolo. “Em nenhum momento vinculamos vacina ao retorno das aulas. Estamos na eminência de retornar e logo interromper por causa das novas variantes da Covid que estão surgindo. O problema não é o protocolo. Ele existe. O que precisamos é de ambiente seguro para voltarmos às aulas presenciais”, comentou Vitor. 

Outro tema abordado na reunião foi a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O secretário-executivo adjunto, José de Casto Barreto Júnior, informou aos participantes que o certame acontecerá em 2021. “Teremos Enem neste ano sim. O Inep está trabalhando com toda sua capacidade operacional para a realização do Exame”, esclareceu Barreto. 

Danilo Dupas Ribeiro, presidente do Inep, reforçou que os esforços não estão sendo medidos para a realização do certame. “A equipe está totalmente dedicada para que tenhamos o melhor Enem da história. Ele será aplicado nos mesmos moldes do anterior”, informou Dupas.

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Lula tem 49% das intenções de voto; Bolsonaro soma 23%

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida presidencial para 2022 e, de acordo com a pesquisa Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), tem 49% das intenções de voto, 26 pontos percentuais a mais que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que soma 23%. As informações são do Estadão.

Com 11 pontos percentuais a mais que a soma de todos os seus possíveis adversários, se a eleição presidencial fosse hoje, Lula venceria o pleito no primeiro turno.

Ciro Gomes (PDT) ocupa a terceira posição na preferência dos eleitores, com 7%, seguido por João Doria (PSDB), com 5%, e pelo ex-ministro da Saúde de Bolsonaro, Luiz Henrique Mandetta (DEM), com 3%. Brancos e nulos somam 10%, e eleitores que não sabem ou não quiseram responder, 3%.

Lula lidera em todos os segmentos do eleitorado. Por recorte geográfico, a região com maior aprovação para o possível candidato petista continua sendo o Nordeste, onde possui 63% das intenções de voto, com 48 pontos percentuais à frente de Bolsonaro.

A menor vantagem de Lula se dá na região Sul, onde lidera por 35% a 29%. Já no Sudeste, região onde se concentra o maior número de eleitores, o petista tem 47% das intenções de voto e Bolsonaro, 24%.

O Ipec, que foi fundado neste ano por ex-executivos do Ibope Inteligência, que encerrou suas atividades, entrevistou presencialmente 2.002 eleitores em 141 cidades, entre 17 e 21 de junho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

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Luana Ribeiro realiza live nesta quarta-feira, 23, com médico referência em hematologia

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A deputada estadual Luana Ribeiro participa nesta quarta-feira, 23, às 19h, de um evento online que tem como objetivo ampliar a conscientização sobre a importância da doação de sangue e de medula óssea com o médico Dr. Vanderson Rocha, especialista em hematologia e hemoterapia. O evento será online e a transmissão será realizada através das redes sociais da parlamentar @luanaribeiroto.

Luana é a autora da Lei 3099/2016 que estabelece a campanha Junho Vermelho de conscientização sobre a doação de sangue no Tocantins. De acordo com a deputada, a conversa será um momento para que a população entenda a importância da doação de sangue e tire dúvidas sobre a doação de medula óssea. “Acompanho o trabalho do Dr. Vanderson já tem uns anos e hoje será um momento de troca bastante enriquecedor. Ele tem um vasto trabalho prestado na área de hematologia e é reconhecido internacionalmente. É um momento oportuno para que todos possam participar, agregar conhecimento e sanar dúvidas”, disse.

O evento online conta com o apoio da União Nacional dos Legisladores e Legislativos do Brasil. A deputada estadual Luana Ribeiro preside a Secretaria de Saúde da Unale.

Dr. Vanderson Rocha

O Doutor Vanderson Rocha é médico especialista em Medicina Interna e em Hematologia e Hemoterapia pela Universidade Federal de Minas Gerais, e Transplante de Médula Óssea pela Universidade de Paris VII. O médico também é diretor presidente da Fundação Pró Sangue (Hemocentro de São Paulo), cientista e professor convidado da Universidade Oxford, no Reino Unido.

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Correção do saldo de contas do FGTS pode ter impacto de R$ 401 bilhões

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A mudança na correção do saldo do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), cuja discussão está parada no STF (Supremo Tribunal Federal), pode ter um impacto de R$ 401 bilhões de reais nas contas do fundo. O cálculo foi feito pela Secretaria de Política Econômica, vinculada ao Ministério da Economia. 

Ao mesmo tempo em que as entidades representantes dos trabalhadores pressionam a Corte para colocar o processo em pauta novamente, o governo alerta para o risco da medida representar um financiamento mais caro para os próprios trabalhadores.

O saldo das contas do FGTS, segundo a lei em vigor, deve ser corrigido pela Taxa Referencial (TR), atualmente zerada, com acréscimo de um juro de 3% ao ano. Os ministros precisam decidir se a TR será corrigida de 1993 até 2013. 

Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) pede a correção monetária e a aplicação de um dos índices de inflação ao consumidor medidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais o juros de 3%.

“Por muito tempo, o FGTS rendeu menos do que os juros e a inflação, mas recentemente, essa situação se inverteu”, comenta Thomas Carlsen, COO e co-fundador da mywork, startup focada em controle de ponto online para pequenas e médias empresas. “É um assunto espinhoso que pode afetar muito o governo”, diz o executivo. (Beatriz Candido Di Paolo)

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