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Esporte

PA: Paysandu encara o Coritiba na Copa do Brasil

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Da eliminação para o Águia de Marabá na semifinal do Paraense para esta partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil contra o Coritiba (PR), foram doze dias de espera e de pura ansiedade para que o Paysandu voltasse a campo oficialmente. Mas, de acordo com a maioria dos jogadores que embarcaram para Curitiba, qualquer tipo de percalço que apareceu durante as semanas que antecederam o jogo foi superado com muito trabalho e dedicação, por isso todos vão conscientes da difícil tarefa que é jogar contra o Coxa, no Couto Pereira.

Na expectativa de repetir as duas atuações contra o Sport (PE), na segunda fase da Copa do Brasil, o técnico Lecheva ganhou o retorno do seu volante e capitão Vanderson, mas de última hora perdeu os meias Leandrinho e Robinho, que nem viajaram para a capital paranaense e por isso desfalcam o time.

Preocupado com o forte meio de campo do Coxa Branca paranaense, Lecheva ainda tem dúvidas sobre qual jogador substituirá Leandrinho, Kariri ou Harrison, e também não sabe qual a melhor dupla de ataque para esta partida, se Rafael Oliveira e Heliton ou Rafael Oliveira e Adriano Magrão.

Independente das escolhas do técnico bicolor, o Papão tem a missão de honrar as cores do clube e do Pará, pois é o único representante paraense na competição. E em comum acordo, jogadores e torcedores esperam uma grande partida de futebol, mas se não der para trazer a vitória do Paraná, marcar gols no jogo de hoje é fundamental para decidir a classificação às quartas de final em Belém.

Bicolores estão ‘expert’ em Coritiba

Depois de ter eliminado o favorito Sport (PE) na segunda fase, para Lecheva o Paysandu não é mais novidade na Copa do Brasil, por isso não acredita que o Coritiba (PR), outro favorito, possa ser surpreendido com o rendimento bicolor dentro do Couto Pereira.

“Eu acho que não. O Sport mandou um olheiro deles para assistir dois jogos do Paysandu e já sabiam o nosso ponto forte e por isso não houve surpresas para o Sport e, com certeza, não haverá contra o Coritiba”, analisa.

Jogando fora de casa, o treinador bicolor também não quer ser surpreendido pelo alviverde curitibano e por isso, antes de embarcar para a capital paranaense, assistiu alguns jogos do Coxa Branca em vídeo e ainda acompanhou o clássico contra o Atlético Paranaense pela TV, no final de semana passada. Com informações importantes em mãos, Lecheva conversou com os jogadores e os alertou sobre a forma que o Coritiba tem jogado no Couto Pereira.

“Eles estão mais ou menos cientes de como o Coritiba joga. Venho passando isso para cada um, dentro dos seus setores sobre os jogadores que terão, dentro da parte da marcação, como jogam. Então a nossa equipe vai atenta ao nosso adversário”, disse, confiante.

Lecheva citou vários atletas do elenco alviverde que podem fazer a diferença durante a partida, como o zagueiro Emerson, os meias Tcheco, Lincoln e Rafinha, e o atacante Anderson Aquino. Mas, para o treinador, tem um jogador em especial que vem fazendo diferença nos últimos jogos do Coritiba: Everton Ribeiro. “Ele vivem um momento muito bom, canhotinho, rápido, tem um bom chute de longa distância”, observa.

Coxa também sofre com baixas

Assim como Lecheva, Marcelo Oliveira, técnico do Coritiba (PR), tem problemas para montar a equipe que entra em campo hoje à noite, no Couto Pereira. Além de seu principal meio-campista Rafinha estar com uma entorse séria no tornozelo direito, sendo dúvida para o jogo; outros dois jogadores também preocupam o comandante alviverde: o meia Renan Oliveira e o atacante Anderson Aquino que foram poupados dos treinamentos.

Se Rafinha não ganhar condições de jogo, Marcelo Oliveira declarou que tem boas opções para o meio, embora nenhuma peça tenha as características do jogador. O treinador alviverde acredita que o Paysandu entrará em campo com uma equipe mais defensiva, assim, a escolha do substituto de Rafinha será definida de uma forma que acrescente mais toque de bola e criatividade ao seu time.

Com tanta indecisão no meio campo, Marcelo Oliveira tem duas certezas na equipe, o lateral-esquerdo Lucas Mendes e o meia Everton Ribeiro. “Montamos um time que em alguns setores foram direcionados para o clássico, mas o time se saiu muito bem e gostei. Por isso vamos estudar com calma e ver. Achei que tanto o Lucas (que participou de dois gols), como o Ribeiro foram muito bem e certamente terão vez”, revela. (Diário do Pará)

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Bico do Papagaio

TOCANTINÓPOLIS: TEC arranca empate com Interporto e fica perto do título estadual de futebol

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Jogando em casa diante da torcida, em partida de ida, válido pela final do Campeonato Tocantinense, o Interporto não saiu do 0 a 0 com o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC), neste sábado, 30. O TEC jogava por um empate, já que fez a melhor campanha do campeonato.

O embate entre as duas equipes foi equilibrado. Na primeira etapa, o Interporto chegou bem em pelo menos três oportunidades com Willian. O time voltou melhor no início do segundo tempo, mas viu o TEC pressionar nos minutos finais do jogo, com Vagner Sergipano e Pedro Panca.

“A gente não podia perder em casa para não aumentar a vantagem deles. O jogo está aberto! Agora é trabalhar durante a semana e buscar o título lá em Tocantinópolis”, afirmou o jogador Rodrigo do Interporto. Já Roberto Oliveira, técnico do Interporto não gostou da postura da equipe. “A minha equipe não jogou bem! A proposta do Tocantinópolis era fechar e lançar a bola na área, e o time fez muito bem isso. No segundo tempo, a gente voltou melhor para o jogo. Tivemos alguns jogadores que não foram bem, um exemplo, foi o meia Matera. Mas a disputa está aberta”, comentou.

O técnico do Verdão do Bico, Neto Costa, disse que o TEC conseguiu o objetivo. “A gente veio jogar aqui para não perder e conseguimos. O time foi bem! A gora é manter e jogar bem em casa”, explicou o técnico do TEC.

O Interporto entrou em campo com: Carlão; Da Silva, Everson, Isac e Stanley; Paulo Roberto, Valdo e Matera; João Pedro, Willian e Maranhão. Já o TEC foi com: Chadwick; Feltre, Filho, Gian e Edinho; Izaquiel, Pedro Panca, Sávio e Gama; Vagner Sergipano e Jean.

Um novo 0 a 0, no jogo de volta, no estádio Ribeirão, em Tocantinópolis, garante o título ao TEC. O próximo confronto acontece no domingo, 7, às 16h.

O General Sampaio recebeu 1.168 pagantes e 80 não pagantes. O Interporto lucrou uma renda de R$ 19.360. (Com informações do GE/TO)

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Esporte

Com dois de Rafael Paty, Remo vence Independente e é campeão paraense

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Missão cumprida para o Remo. O Leão venceu o Independente por 2 a 0 neste domingo, dia 3, se sagrou campeão paraense de 2015 e ainda garantiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. A decisão foi acompanhada por mais de 35 mil torcedores azulinos no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Paty foi o nome do jogo e balançou as redes duas vezes no primeiro tempo.

Ao Independente, resta apenas a Copa do Brasil. O time do interior tem compromisso no meio da semana contra o Goiás, na próxima quinta-feira. Já o Remo tem o Cuiabá em outra finalíssima, pela Copa Verde, também no dia 7. O time aplicou 4 a 1 no primeiro jogo e também tem grandes chances de levantar o troféu inédito, coroando o trabalho de Cacaio.

Remo mais eficiente no primeiro tempo  

Antes do primeiro minuto de jogo, o Remo deu o cartão de visita ao abrir o marcador e deixar o adversário intimidado, sem poder de reação e com dificuldade de articulação no meio-campo. O cenário mudou, no entanto, quando o Independente passou a explorar o lado direito com Léo Rosas e Ângelo, e ainda com o apoio de Kariri, que buscavam fazer a ligação com os atacantes Wegno e Joãozinho.

Quando o Galo Elétrico havia deixado o jogo equilibrado, a equipe azulina voltou a mostrar força e ampliou o placar, novamente com Rafael Paty, se isolando na artilharia do estadual com sete gols. Ainda assim, o Independente ainda criou algumas boas jogadas e teve duas oportunidades reais de diminuir, mas faltou pontaria aos atacantes.

Independente superior; Remo forte na marcação  

Na volta para últimos 45 minutos, foi o Independente quem ditou o ritmo do jogo. O time do interior já tinha Daniel Piauí, que se movimentava bastante pelos dois lados do gramado e tinha bom poder nos tiros de longa distância. O Remo, por outro lado, tinha alguns lapsos de marcação e só se espertou depois da entrada de Alberto, que reforçou o meio-campo sem perder tanto a qualidade na saída de bola.

Depois dos 25 minutos da etapa complementar, o que se via era o Remo recuado, esperando o adversário em seu campo de defesa para partir no contra-ataque. Enquanto isso, o Independente trocava passes na intermediária e chegava com perigo na área azulina, mas faltava o último toque. Ficou nisso até os 48, no apito final. Remo campeão paraense em 2015.

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Esporte

Imperatriz conquista segundo título da história ao vencer Sampaio Corrêa

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Dez anos depois, com casa lotada e com a esperança de conquistar o segundo título de sua história. Este foi o Imperatriz na final do Campeonato Maranhense contra o Sampaio, em jogo no Frei Epifânio d’Abadia, na noite deste sábado. O time chegou a fazer 3 a 0 e no fim do jogo, o Sampaio diminuiu.

Os gols do Cavalo de Aço foram de Júnior Chicão, Rubens (pênalti) e Diego Valderrama. O Sampaio marcou com Cleitinho.

As informações da própria diretoria do Imperatriz dão conta de que os 10 mil ingressos foram vendidos até a manhã de sexta. No dia do jogo, a torcida fez uma festa inesquecível. Torcedor fez festa e cantou até “olé” contra o Sampaio. A torcida vive a festa histórica, pois pela primeira vez o time comemorou em casa. O primeiro título, em 2005, a festa foi contra o Moto, em São Luís.

Enquanto o Sampaio vai jogar a Série B do Campeonato Brasileiro, o Imperatriz se prepara para jogar o Campeonato Brasileiro Série D e vai tentar o acesso para a Série C de 2016, o que seria outro feito inédito na história do clube. Ambos os times estão também, em 2016, na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

O primeiro tempo foi dinâmico. Os times se revezaram nas jogadas de ataque. O Sampaio explorava Pimentinha e o Imperatriz buscava as jogadas pelas laterais. O primeiro gol do Imperatriz foi aos 10 minutos, com Júnior Chicão, que aproveitou erro de marcação de Edivânio.

O tempo seguiu com pressão do Sampaio tentando o empate e o Imperatriz jogando nos ataques de velocidade para tentar surpreender o adversário.

No segundo tempo, o Imperatriz deu novo golpe logo cedo. Aos seis minutos, a arbitragem marcou pênalti após Mimica colocar as mãos na bola depois do chute de Rubens. Na cobrança, o próprio Rubens marcou o gol.

Com o placar mais folgado, o Imperatriz diminuiu ainda mais as investidas ofensivas. O Sampaio tentava pelo meio, mas a barreira criada pelos jogadores do Cavalo ficou ainda mais forte.

O jogo seguiu neste tom até os 16 minutos. Neste momento, o goleiro Milton Raphael falhou novamente. Um chute forte de fora da área de Rubsen o goleiro não segurou e rebateu pra frente. Diego Valderrama aproveitou e fez o terceiro gol do time da casa.

Com três gols de vantagem, o jogo caiu muito. O Imperatriz abdicou totalmente do ataque e o Sampaio teve menos espaço ainda para tentar entrar na defesa adversária.

A torcida do Imperatriz aumentou a festa. Deu até “olé” em alguns passes trocados dos jogadores. No fim do jogo, quando a torcida e o banco de reservas do Imperatriz já comemoravam, o Sampaio diminuiu com Cleitinho. Ficou nisso. Com 3 a 1, o Imperatriz comemorou seu segundo título maranhense na história.

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