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Saúde e Bem Estar

Saiba qual é a quantidade de álcool que faz bem à saúde

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Você sabia que existe uma quantidade de álcool que você pode ingerir por dia sem que isso seja prejudicial para a sua saúde? E não é só porque você bebe todos os dias que isso significa que você é um alcoólatra?

Entenda um pouco a diferença entre o uso de baixo risco do álcool, o uso nocivo e a dependência química.

Quantas doses de álcool são permitidas por dia?

O álcool pode ser considerado benéfico à saúde quando ingerido em pequenas quantidades. De acordo com o Dr. Ronaldo Ramos Laranjeiras, PHD em Dependência química da Universidade Federal de São Paulo, existe um padrão de consumo de álcool que pode ser considerado de baixo risco, pouco tóxico e benéfico à saúde.

Segundo o médico, por dia, um adulto sem nenhuma doença pode beber até duas doses de vinho, dois copos de cerveja ou uma dose de destilado.

Porém, quanto maior for a dose, mais tóxico se torna o álcool, por isso é preciso ter autocontrole e não ultrapassar as doses diárias, pois irá expor o organismo a um nível grande de toxidade.

Beber todo dia significa ser alcoólatra?

Não necessariamente. Precisamos ter em mente que existem alguns tipos de uso do álcool. Existe o uso de baixo risco, o uso abusivo e a dependência química.

Beber uma ou duas doses de bebida alcoólica, pode ser considerado de baixo risco, mas quando passamos disso, podemos considerar que estamos fazendo o uso nocivo do álcool, ou seja, estamos tendo consequências negativas por usar o álcool.

Quem bebe pouco e fica agressivo, toma multa de trânsito ou arranja brigas também pode se enquadrar no uso nocivo da bebida.

A dependência tem características próprias, que são: beber grandes volumes regularmente e ser tolerante ao álcool, ter crises de abstinência quando não bebe, tremor, sudorese e sentir muita necessidade de beber. Se os sintomas passam quando a pessoa bebe, isso é um grande indício de dependência.

Então, o que significa ser alcoólatra?

Quem manifesta o padrão de consumo próprio da dependência, com todas as consequências negativas, pode ser visto como alcoólatra. Ou seja, o alcoólatra é um dependente químico.

Portanto, precisamos ter em mente que há uma certa quantidade de álcool que podemos ingerir sem que isso seja prejudicial para nós, mas quando ultrapassamos essa quantidade, passamos a fazer o uso dele.

Mesmo quando bebemos pouco, mas temos consequências negativas, isso já é visto como uso nocivo.

A cerveja, quando bem administrada, pode ser algo benéfico para a nossa saúde.

Infelizmente poucas pessoas conseguem adotar um padrão saudável de uso de álcool, muitas acabam exagerando e bebendo demasiadamente, tendo apenas consequências negativas.

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Saiba se o seu perfil combina com seu emprego

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Recentemente, foi noticiado, que a Organização Internacional do Trabalho (OIT) prevê aumento da taxa de desemprego no Brasil para 12,4% em 2017, quase 1 ponto percentual maior do que em 2016. Desta forma, estima-se que o Brasil terá 13,6 milhões de desempregados até o fim deste ano. Esses números, com certeza assustam qualquer um, afinal de contas, não há estabilidade em nenhuma área. Por conta disso, muitas pessoas têm buscado uma oportunidade de recolocação no mercado de trabalho e muitos ainda estão em busca do seu primeiro emprego .

Mas, para as pessoas que estão empregadas, como será que elas estão vendo essa situação?

Qual é a sua situação atual? Está insatisfeito com o seu emprego e pensa em procurar outro?

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É um momento de reflexão em todos os sentidos. Então, aproveite e faça o TESTE a seguir para identificar se o seu perfil combina com o seu emprego. Acesse www.topquiz.com.br/populares/o-seu-perfil-combina-com-o-seu-emprego para fazer o TESTE!

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Como mulheres violentadas redescobrem o prazer sexual

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A mexicana Edelmira Cárdenas nunca conseguiu esquecer sua primeira relação sexual.

Ainda adolescente, ela foi sedada por um primo mais velho e posteriormente violentada.

“Meu corpo ficou mole, mas eu estava consciente”, relembra ela à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

“E aconteceu comigo o que acontece com a maioria que sofre abuso sexual; o agressor foi alguém próximo”, completa.

Trauma

As estatísticas embasam a afirmação de Edelmira.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos uma em cada cinco mulheres já foi vítima de estupro e mais da metade delas conhecia o agressor.

“Ele dizia que me amava, era parte da família e fiquei totalmente traumatizada”, diz.

“Perdi minha virgindade, meu selo de garantia, já que não era mais ‘digna de matrimônio'”, acrescenta.

Edelmira nunca se atreveu a contar a ninguém o que passou.

Recuperação

Tampouco disse ao primeiro namorado, com quem começou a sair quando tinha 18 anos, que havia sido violentada .

“Ele morava do outro lado do país, por isso era difícil termos contato físico”, explica.

“Nos comunicávamos por cartas, aí sim, cheias de erotismo, que faziam minha imaginação voar”, lembra.

Quando estavam juntos, o casal decorava o ambiente com velas e flores. Foi assim que Edelmira se permitiu a voltar, pouco a pouco, a ter desejo.

“Mas não lhe deixava tocar meu corpo”, ressalva.

E ela também se autoimpunha uma proibição: “Não me permitia ter prazer”.

Nesse tempo, começou a trabalhar no governo de seu Estado natal, porque queria se dedicar a políticas sociais.

“Ali me deparei com o assédio sexual, o que me fez lembrar de quando fui estuprada, e outra vez me obriguei a adormecer minha sexualidade”, relata a mexicana, hoje sexóloga e comunicadora.

Mas Edelmira continuou mergulhada na literatura erótica, lendo sobre o feminismo e dando assistência a mulheres que haviam passado por situação parecida à dela.

Rosas e aromas

Com seu segundo namorado, aos 20 anos, as carícias deram lugar a outras coisas.

“Quando tivemos nossa primeira relação sexual completa foi diferente, pois ele usou palavras bonitas, pétalas de rosas e aromas, dissipando meus medos”, lembra.

Edelmira ressalva que não tomou a iniciativa pois não queria que ele acreditasse que ela “tinha experiência”.

“Não queria que ele me perguntasse: ‘Quem te ensinou isso?’, diz.

Ela acrescenta, contudo, que a reconciliação com seu próprio prazer sexual começou quando passou a se masturbar.

“É que, apesar de tudo, nunca havia tido um orgasmo”, diz.

Rejeição

Luz Jaimes, médica, terapeuta sexual e secretária da Federação Latino-americana de Sociedades de Sexologia e Educação Sexual, diz ter conhecido muitas histórias como a de Edelmira.

“Os casos de mulheres com disfunções sexuais que buscam nosso apoio depois de serem violentadas são mais frequentes do se imagina”, diz ela.

“A maior parte das pacientes que nos procura imediatamente após o ocorrido costuma ser geralmente adolescentes”, explica.

“Mas também nos pedem ajuda mulheres adultas com dificuldades para ter relações sexuais, e, durante a terapia, descobrimos que foram violentadas em algum momento de suas vidas”, acrescenta.

Segundo especialistas, a literatura e o cinema de cunho erótico podem ser ferramentas importantes para recuperar a sexualidade após um estupro.

Luz diz que essas mulheres precisam de psicoterapia, além de apoio do entorno. O tratamento, assinala a especialista, depende do impacto da experiência sobre as vítimas.

“A maioria sofre de transtornos físicos, pesadelos, falta de desejo; algumas sentem dor durante as relações ou não tem orgasmos, outras rejeitam qualquer situação sexual, ou reagem de maneira agressiva porque não podem manifestar seu mal-estar”, enumera.

“Mas nem todas demonstram sentimentos de culpa, ou inibições com o sexo; e outras tendem à hipersexualização”, diz.

‘Meu corpo de volta’

Pavan Amara foi vítima de abuso sexual durante a adolescência. Já adulta, fundou no Reino Unido o projeto My Body Back (‘Meu corpo de volta’, em tradução livre).

A iniciativa conta com clínicas que oferecem exames a mulheres que sofreram abuso sexual e não querem ir ao ginecologista, além de unidades de maternidade especializadas e grupos de leitura.

Mas Amara também se interessa por trabalhar outro campo para melhorar a vida de quem passou por essa experiência ruim: o sexo.

Ela diz que uma mulher britânica de 43 anos ─ violentada por seu padrasto desde os oito anos ─ contou em uma das sessões que tenta controlar sua mente enquanto faz sexo para evitar ter um flashback.

“Durante todo o processo, tenho medo de que as lembranças voltem e preciso controlar o vômito. Por causa disso, é impossível alcançar o orgasmo”, diz.

Mas nem todas as vítimas de estupro desenvolvem inibição ou rejeição aos momentos íntimos.

O processo de Sandy, de 41 anos, violentada por um amigo, foi muito diferente.

Após o ocorrido, ela começou a ter sexo “com todos os homens que podia”.

“Para se ter uma ideia, uma vez fui ao supermercado comprar algo para jantar. E acabei fazendo sexo com o rapaz do caixa no mesmo dia. Não satisfeita, consegui o telefone do cara que estava colocando os produtos nas prateleiras. Liguei para ele no dia seguinte e fomos para a cama”, completa.

Café e vibradores

Faz dois anos que Amara conheceu o Sh! Women’s Erotic Emporium, uma sex shop de Londres exclusiva para mulheres. O local ajuda aquelas que têm disfunções sexuais a superar os seus traumas.

“Ela nos enviou uma carta lindíssima, nos encontramos com ela e planejamos novas maneiras de ajudar as sobreviventes de violência sexual”, conta a dona do local, Renée Denyer.

A partir de então, a cada seis semanas, é organizado um evento chamado Café V, dedicado a mulheres vítimas de abusos que já recebem terapia profissional e que estão preparadas para explorar o sexo novamente.

“São reuniões nas quais falamos de lubrificação, de anatomia, nas quais elas praticam o sexo com uma réplica (dos genitais)…Trata-se de reaprender o contato sexual, e sentir-se sexual e sensual”, explica.

As reuniões contam com 25 pessoas e sempre estão cheias.

“Em relação aos conselhos que damos, depende do estado da vítima”, afirma.

É oferecido, por exemplo, um kit de dilatação, composto por vibradores de vários tamanhos, o menor equivalente à unha de um dedo mindinho.

“(O kit) Ajuda a relaxar a vagina, e o objetivo é que a mulher volte a desfrutar da penetração”, diz.

Mas outras preferem começar assistindo a DVDs, ou consumindo literatura erótica, como Eldemira Cárdenas.

“A questão é ter seu corpo de volta e reconstruir-se como mulher”, conclui Edelmira.

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3 medos que você precisa superar já

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Pavor de barata, de altura, de arriscar a primeira invertida na aula de ioga… Quem não? O sentimento de insegurança faz parte do nosso instinto de proteção, mas precisa ser superado. “Senão, ele pode se tornar um fator limitante na vida profissional e até mesmo na amorosa”, diz a coach Paula Abreu, do Rio de Janeiro. Ela listou alguns temores comuns e sugere como ultrapassá-los.

1. MEDO DE TERMINAR UM RELACIONAMENTO

Nada de manter um casamento morno por receio de ficar sozinha. Pense nas suas qualidades e como elas são valorizadas pelas pessoas ao seu redor. Você vai perceber que, sim, é capaz de conquistar um outro gato ou de curtir pelo tempo que quiser a vida livre, leve e solta.

2. MEDO DE ENGORDAR

A ideia de comer um brigadeiro parece assustadora quando o objetivo é emagrecer ou se manter magra. Mas a balança não vai ser prejudicada se você programar um dia da semana para liberar o doce e, independentemente do que as pessoas pensem, curtir cada mordida sem a mínima culpa.

3. MEDO DO NOVO

Se você evita viajar, mudar de casa ou andar por um caminho diferente porque teme o desconhecido, planeje os passos para realizar seus sonhos. O desejo é mochilar pela Europa? Organize cada etapa do processo (roteiro, dinheiro, documentos) e atinja uma de cada vez. Acredite: logo você estará lá!

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