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Tocantins tem 1.035.289 eleitores aptos a votar nas eleições 2020

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O Tocantins conta com 1.035.289 eleitores aptos a votar nas eleições 2020 que, este ano, será realizada no dia 15 de novembro para escolha de prefeitos e vereadores. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral, divulgados nesta sexta-feira (07/08), os municípios com maior eleitorado são Palmas (180.524 eleitores); Araguaína (105.288); e Gurupi (54.303 eleitores).

Segundo a estatística do eleitorado as mulheres representam mais da metade dos eleitores tocantinenses (50.08%), com 525.678 eleitoras aptas a votar. Já o eleitorado masculino soma 509.611 – o que corresponde a 49,2% do total.

Em relação à faixa etária, os eleitores do estado com idade entre 35 e 39 anos somam 11,20% do eleitorado. Em seguida, está o grupo de eleitores que têm entre 25 e 29 anos (10,98%); e os de 30 a 34 anos (10,94%).

Já entre os eleitores com voto facultativo, 90,7 mil cidadãos estão aptos a votar em novembro – sendo 17.323 jovens eleitores com idade entre 16 e 17 anos e 73.428 eleitores com mais de 70 anos. Neste sentido, vale destacar que 205 eleitores têm idade igual ou acima de 100 anos.

Quanto à escolaridade, 26,3% do eleitorado do Tocantins tem o ensino médio completo e 21,07% tem o ensino fundamental incompleto. Apenas 10,95% possui o ensino superior completo e 6,03% são analfabetos.

E nestas eleições, 69 eleitores tocantinenses vão usar o nome social nas urnas. O direito de inserir o nome com o qual se identifica no documento eleitoral é garantido pela Justiça Eleitoral à pessoa travesti ou transexual. (Gilsiandry Carvalho)

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Sebrae lança guia com soluções empreendedoras para candidatos

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Falta pouco para os mais de 147 milhões de eleitores aptos a votar escolherem seus candidatos nas eleições municipais de 2020. Com o primeiro turno marcado para 15 de novembro, devido à pandemia do novo coronavírus, a corrida dos candidatos agora é para se destacar entre os mais de 542,3 mil inscritos no pleito de 2020. Pensando nisso, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) lançou, nessa segunda-feira (28), o Guia do Candidato Empreendedor “10 dicas do Sebrae”. A ideia é inserir pautas voltadas ao empreendedorismo nas campanhas eleitorais, contribuir com soluções já testadas e aprovadas em todo o Brasil e colocar prefeitos (as) e vereadores (as) em posição proativa, visionária e comprometida com os cidadãos e com as contas públicas.  

Entre as dicas, estão a de fortalecer a identidade do município, desburocratizar e simplificar, qualificar quem mais precisa e gerar mais empregos, já que com a crise gerada pela Covid-19 não foi só a saúde que perdeu forças. A economia brasileira sofreu grande impacto, deixando milhões de desempregados nesse período. 

“A base de toda atividade política provém dos municípios. As pessoas não habitam na União ou nos estados, elas habitam nos municípios. Precisamos que todos passem a ter uma consciência política de que temos que ter, no futuro, projetos voltados ao desenvolvimento das cidades, estimulando a microempresa, valorizando a produção regional, os microempreendedores regionais, para que esse efeito multiplicador gere empregos na base de atividades do dia a dia”, afirmou o presidente do Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae, José Roberto Tadros, durante o evento virtual. 

O Brasil tem hoje, segundo dados do Sebrae, mais de sete milhões de micro e pequenas empresas e mais de 10,6 milhões de microempreendedores individuais (MEI). Após a Lei Geral da MPE, criada em 2006, já foram gerados mais de 13,5 milhões de empregos por meio dessa modalidade. 

“O Sebrae quer estimular a população no debate do empreendedorismo na campanha política, a escolher bem o candidato empreendedor, aquele que pode ajudar mais as micro e pequenas empresas no futuro”, sugere o presidente do Sebrae, Carlos Melles. 

Ele defende que as micro e pequenas empresas mostrem o valor em meio à retomada econômica no cenário de pandemia. O representante nacional acredita que, por meio do empreendedorismo, será possível ajudar candidatos a elaborarem propostas mais claras e viáveis para a população.  

“A campanha política em si é um ato de levar esperança e propostas. Nesse aspecto, a micro e pequena empresa, hoje, é a rede de sustentação municipal, um despertar no candidato a prefeito sobre a importância das micro e pequenas empresas para o município. E as micro e pequenas empresas vão despertar no eleitor como ele pode escolher melhor um candidato comprometido com a geração de emprego e renda, com a educação empreendedora, com crédito, ou seja, é um círculo virtuoso que esperamos atingir nessa pré-campanha com os candidatos.” afirma Melles. 

A meta é que o Guia seja utilizado durante todo o mandato dos eleitos, e não somente no período eleitoral. Segundo Bruno Quick, diretor técnico do Sebrae, é manter a agenda com encontros pós-eleição com novos gestores e visita aos municípios nos primeiros 100 dias de 2021 para um balanço e reforço da parceria. 

“O trabalho inicia com esse guia, na campanha, mas não para por aí. Vamos trabalhar entre a eleição e a posse e depois nos 100 primeiros dias, visitando todos os prefeitos do Brasil. No resto desse mandato, entregar serviços para fomentar um Brasil mais empreendedor, com mais emprego e renda”, avalia o diretor. 

Bruno comenta, ainda, que esse período eleitoral é uma oportunidade de transformação e de inserir a agenda nas cidades.  “Uma eleição é uma janela de oportunidades para um país avançar. Dentro dessa agenda, temos mais de 5,5 mil municípios que vão renovar seus gestores e representantes, aqueles que vão liderar as políticas públicas nos municípios onde as pessoas estão e onde a vida real acontece. Essa é uma oportunidade ímpar e o Sebrae, por ter a capacidade de traduzir agendas nacionais e levar ao plano local”, elogia Quick.

Ações 

O Sebrae tem algumas iniciativas junto aos gestores municipais que podem contribuir com o debate. Lançado em 2000, o Prêmio Sebrae Prefeito já está em sua décima edição, com uma marca de quase dez mil prefeitos inscritos, 918 vencedores estaduais e 94 vencedores nacionais e quase dez mil práticas inovadoras cadastradas. 

Outra iniciativa é o Programa Cidade Empreendedora. O objetivo, segundo o Sebrae, é a transformação local pela implantação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e de políticas estruturantes de desenvolvimento, engajando a gestão pública e lideranças locais na melhoria do ambiente de negócios, além de contribuir para o desenvolvimento econômico local, gerando ocupação e renda.

Já o Programa Líder prepara a região para o desenvolvimento econômico e sustentável. A meta é aproximar as lideranças regionais (prefeitos, terceiro setor e empresários) e construir uma agenda de desenvolvimento local sustentável, promovendo transparência, participação social e desenvolvimento. 

O Guia do Candidato Empreendedor é uma iniciativa do Sebrae com apoio da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), do Instituto Rui Barbosa, com a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público, e da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil. (Brasil 61)

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Bastidores

Estudante da Católica Dom Orione é candidato a vereador em Araguaína

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O Jornalista Ricardo JM, estudante de Direito na Faculdade Católica Dom Orione em Araguaína -TO, teve a sua candidatura a vereador aprovada pelo partido PROS no município. Ele é formado em Gestão Pública, e trabalha na área da comunicação há mais de 13 anos, defendendo os valores cristãos, a vida, a família, a liberdade religiosa e atuando contra a ideologia de gênero nas escolas do Tocantins.

Segundo Ricardo JM, uma de suas bandeiras enquanto parlamentar, será o foco no empresariado do município: “Quando temos um comércio forte, temos uma economia forte, se temos uma economia forte, temos mais emprego, mais oportunidade, mais renda e um povo forte e independente”, disse Ricardo JM.

Para o candidato, é importante que o município trabalhe o fortalecimento desse segmento empresarial e a atração de novas empresas para o município.

Quem é Ricardo JM?

Ricardo JM é formado em Gestão Pública, estudante do Curso de Direito; evangélico, casado com a advogada Luciane Costa e pai de três filhos.

Como defensor da família, Ricardo JM ganhou notoriedade no Tocantins por meio de seu trabalho jornalístico desenvolvido há mais de 13 anos pelo site conservador JM NOTÍCIA, no qual aborda temas informativos e relevantes para a sociedade.

Ricardo JM venceu um processo movido contra ele pelo ex-deputado Jean Wyllys após denunciar o Projeto de Lei 5002/2013 de autoria do parlamentar, que tratava da possibilidade da mudança de sexo de crianças, mesmo sem o consentimento dos pais. A Justiça Federal arquivou a ação.

Foi o primeiro jornalista no Tocantins que deu publicidade às portarias estaduais que implantavam a ideologia de gênero no ensino fundamental, infantil e ensino médio. Os atos foram revogados.

Ricardo JM denunciou a portaria da Secretaria da Educação que aboliu a comemoração dos Dias das Mães nas escolas do Tocantins. Agora somente se comemora o Dia de quem cuida de mim.

Por seu trabalho em defesa dos valores cristãos e da família, ele recebeu homenagem na Câmara dos Deputados feita pelo Deputado Federal Otoni de Paula.

ARAGUAÍNA

Durante o pico da pandemia da covid-19, Ricardo JM encabeçou o movimento pela reabertura dos templos religiosos no município e também mostrou por meio das redes sociais, a situação caótica que os empresários estavam passando, devido ao fechamento do comércio.
Pautas: Na Câmara, entre as várias pautas que o jornalista irá defender, estão:

Família, Igreja,

Comércio Forte,

Distrito Agroindustrial de Araguaína (DAIARA) mais cuidado e + valorizado;

Incentivar a instalação de novas empresas no município para a geração de novas vagas no mercado de trabalho;

Inclusão social;

Projetos sociais nos bairros + carentes;

Rádio Gospel 100% evangélica;

Gabinete Itinerante;

Contra a ideologia de gênero nas escolas.

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Bastidores

Candidatos podem começar campanhas neste domingo, 27. Veja as regras

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As campanhas dos candidatos às eleições municipais se iniciam neste domingo (27) em todo o Brasil e se estenderão, para algumas modalidades, até a véspera do pleito, que ocorrerá, em primeiro turno, em 15 de novembro. Os candidatos a prefeito e vereador estarão autorizados a pedir votos e divulgar propostas nas ruas, na internet e na imprensa escrita. A propaganda gratuita em rádio e televisão só terá início em 9 de outubro.

A internet será ferramenta indispensável para as campanhas, que terão que se adaptar às recomendações de isolamento social em decorrência da pandemia de COVID-19. No ambiente virtual, a publicidade eleitoral poderá ser feita nos sites dos partidos e dos candidatos, em blogs, postagens em redes sociais e aplicativos de mensagens, como WhatsApp e Telegram.

A Justiça Eleitoral, porém, formulou regras para a campanha online, que deverão ser observadas rigorosamente pelos partidos, candidatos e suas equipes. Estão vedados, por exemplo, os impulsionamentos de publicações feitas por terceiros, o disparo em massa de mensagens e a propaganda em sites de quaisquer empresas, organizações sociais e órgãos públicos.

Os candidatos também serão responsabilizados por conteúdo enganoso ou descaracterizado que forem utilizados em suas ações de campanha.

As propagandas estimuladas nos sites de relacionamento, permitidas quando realizadas pelos candidatos ou partidos, deverão ser sinalizadas claramente como conteúdo de divulgação.

Nas ruas, será permitido o posicionamento de mesas com material impresso e bandeiras móveis entre 6h e 22h, desde que não atrapalhem o trânsito de veículos e pedestres. Os carros de som só serão permitidos em carreatas, passeatas ou durantes comícios e reuniões.

A Justiça Eleitoral vem estimulando a população a fazer o controle social da propaganda eleitoral. Além da possibilidade de denúncias nos cartórios eleitorais e no Ministério Público Eleitoral, será lançado em 27 de setembro o aplicativo Pardal, específico para informar irregularidades de campanhas. Todas as denúncias requerem identificação do cidadão denunciante.

Veja as principais permissões e vedações de atividades de campanhas a partir de domingo:

  • A distribuição de santinhos e adesivos será permitida até as 22h da véspera das eleições (14 de novembro);

  • Adesivos são liberados em bens privados (automóveis, caminhões, motocicletas e janelas residenciais), desde que não excedam a dimensão de 0,5m2. O material deve conter o CNPJ ou CPF do responsável pela confecção, bem como de quem o contratou, e também a respectiva tiragem;

  • Anúncios na imprensa escrita são permitidos até 13 de novembro e devem respeitar o tamanho máximo do anúncio por edição;

  • Alto-falantes ou amplificadores de som podem ser utilizados das 8h às 22h, até o dia 14 de novembro (um dia antes da eleição), observando-se as restrições de local;

  • Bandeiras e mesas para distribuição de materiais são admitidas ao longo das vias públicas, desde que móveis e que não dificultem o trânsito de pessoas e veículo;

  • Comícios são permitidos até 12 de novembro, entre 8h e 0h e com prévio aviso à autoridade policial em, no mínimo, 24 horas. Apresentação de artistas estão vedadas;

  • Carros de som ou minitrios são permitidos apenas em carreatas, caminhadas, passeatas ou durante reuniões e comícios, respeitando o limite de 80 decibéis e restrições de local;

  • São proibidas as propagandas via telemarketing em qualquer horário, bem como por qualquer meio de disparo em massas de mensagens instantâneas sem anuência do destinatário.

Na Internet 

  • Propagandas eleitorais são permitidas em sites dos candidatos, partidos e coligações. O endereço eletrônico deve ser comunicado à Justiça Eleitoral e hospedado em provedor estabelecido no país;

  • É proibida a veiculação de propaganda eleitoral em sites de pessoas jurídicas, com ou sem fins lucrativos, e em portais oficiais ou hospedados por órgãos ou entidades da administração pública direta ou indireta;

  • Mensagens eletrônicas são permitidas apenas para endereços previamente cadastrados gratuitamente pelo candidato, partido político ou coligação;

  • A campanha pode ser feita por meio de blogs, redes sociais, aplicativos de mensagens instantâneas, mas o conteúdo deve ser gerado ou editado pelos candidatos, partidos ou coligações. Todo impulsionamento deverá conter, de forma clara e legível, o número de inscrição no CNPJ ou CPF do responsável, além da expressão “Propaganda Eleitoral”;

  • São vedados impulsionamentos de posts e mensagens por terceiros.
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