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Bico do Papagaio

AUGUSTINÓPOLIS: PM de Parauapebas diz que irmão de vereador não resistiu a prisão, porém reafirma que ele se jogou da viatura

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A Polícia Militar do Pará, disse por meio do comandante Gledson Melo dos Santos, do 23º Batalhão de Polícia Militar de Parauapebas, que nas informações prestadas pelo policiais envolvidos na ação que terminou na morte do mecânico, Marcone Pereira Alencar, irmão do vereador de Augustinópolis, Marcos Pereira de Alencar, o Marcos da Igreja (PRB), na terça, 3, no deslocamento, o mecânico abriu a porta da viatura e se jogado do veículo.

O comandante confirmou que Marcone não ofereceu resistência durante a prisão.

“O policial me mostrou inclusive fotos da viatura parada, com o cidadão no chão. Toda a situação da ocorrência foi registrada no livro de ocorrências. Os policiais chamaram o apoio médico por meio do Samu, e ele foi encaminhado para o hospital”.  O comandante chegou a reconhecer que houve falha. “Vamos analisar o deslocamento da viatura, como eles afirmam que não pararam em lugar nenhum, inclusive estavam sendo acompanhados pela suposta vítima da agressão, que seria um vigilante. Eu conversei com os policiais militares, que deveriam ter ido à delegacia para registrar o fato. Claro, ele está registrado no nosso livro de ocorrência”, disse.

Ao ser questionado sobre as imagens do circuito de segurança próximo ao local da briga e do local onde Marcone teria se jogado já estarem de posse da polícia, o comandante afirma não ter visto as imagens, “porque isso vai ficar a cargo do encarregado do inquérito, um oficial aqui do Batalhão”.

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Bico do Papagaio

AUGUSTINÓPOLIS: Com modelo de parceria inovador, Complexo de Delegacias começa a ser construído

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Foi iniciada em Augustinópolis, no Bico do Papagaio, as obras para construção do Complexo de Delegacias da Polícia Civil.

A obra é resultado de parceria envolvendo órgãos do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, local e estadual.

O projeto começou a ser rascunhado no final de 2018. No início de 2019, a Prefeitura Municipal realizou a doação da área para construção. Já no final de 2019, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Helvécio de Brito Maia Neto, se reuniu com os deputados estaduais para tratar da construção do Complexo de Delegacias da Polícia Civil e solicitar a destinação de recursos para a obra.

O Complexo de Delegacias da Polícia Civil de Augustinópolis vai abrigar a 12ª Delegacia de Polícia Civil, a 13ª Delegacia de Polícia Civil e a 2ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher e Vulneráveis (Deamv);

A licitação para construção do Complexo não teve previsão de lucro (BDI), sendo que a empresa vencedora vai realizar a construção da obra pública apenas e tão-somente com fins sociais. No valor da obra, foram descontados os valores referentes à utilização parcial da mão de obra voluntária dos presos, tendo como contrapartida o direito à remissão de pena, em observância aos fins educativos, produtivos e ressocializadores do trabalho.

Essa será a primeira Delegacia de Polícia Civil do Tocantins construída com essa forma de convênio entre a Polícia Civil e os outros poderes, instituições e particulares.

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Bico do Papagaio

Fiscais de trânsito fazem protestos no Bico

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Profissionais do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), realizam no Bico do Papagaio, n amanhã desta segunda, 19, um protesto encabeçado por fiscais de trânsito, nas cidades de Araguatins e Augustinópolis, além de outras dez espalhadas por outras regiões do estado.

Eles cobram respostas do órgão quanto às reivindicações da categoria feitas à gestão a cerca de seis meses.

Os fiscais querem a criação de uma escala de trabalho, pagamento de gratificação por periculosidade e redaft (Ressarcimento de despesas juntamente com o salário). A categoria reclama que os ficais fazem muitas viagens por mês e que para isso recebem diárias que levam até dois meses para serem pagas pela gestão, o que dificulta e muito a vida dos servidores.

A reivindicação já foi feita, via ofício, pelo Sindicato dos Servidores Públicos Estaduais (SISEPE-TO), a cerca de seis meses, mas até o momento, segundo alegam os manifestantes, nenhuma resposta foi dado pela gestão estadual sobre o assunto.

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AUGUSTINÓPOLIS: Veja os números da Covid-19 deste domingo, 18

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