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Bico do Papagaio

SÍTIO NOVO: Moradores denunciam esgoto descartado em nascente. Hidro Forte diz que material é água pluvial

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Moradores da cidade de Sítio Novo, no Bico do Papagaio, alegam terem flagrado nesta quarta, 16, a empresa Hidro Forte Administração e Operação Ltda, que atua como concessionária de água e esgoto sanitário no município, cometendo suposto crime ambiental explícito, diante de moradores do bairro São José.

Segundo moradores a Hidro Forte estava lançando diretamente no manancial conhecido como Córrego da Rua da Mangueira, esgoto puro, sem nenhum tipo de tratamento. As imagens foram feitas pelos próprios moradores, que procuraram o webjornal Folha do Bico para mostrar a situação. Eles disseram que também encaminharam a denúncia e as imagens para o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e para o Ministério Público, e aguardam providências.

Os moradores disseram que o cheiro era insuportável durante todo o dia e que o córrego passa dentro de diversos quintais de residências no bairro, onde possui grande quantidade de idosos e crianças. Nas imagens é possível perceber o tom de cor da égua ter ficado escuro e com clara aparência de estar misturada com dejetos.

Populares alegam também que chegaram a procurara a empresa e reclamar, mas que foram recebidos de forma desrespeitosa, e ao afirmarem que levariam a denúncia a imprensa e as autoridades, teriam recebido a resposta de um funcionário ironicamente, “Procurem até o Jornal Nacional e o Sérgio Moro”. O grupo não soube identificar o nome do funcionário.

Procuramos a Hidro Forte, que respondeu os questionamento por meio do engenheiro Thiago Valuá.

Com a palavra a empresa Hidro Forte:

A Hidro Forte esclarece que o sistema de esgotamento sanitário de Sítio Novo do Tocantins encontra-se fora de operação desde antes do início das atividades da empresa no município, e já se encontrava assim bem antes.

Durante este período o poder municipal realizou obras de pavimentação cobrindo diversos poços de visita (PV), a população lançou concreto para entupir outros tantos e realizou diversas ligações clandestinas às redes coletoras o que piorou ainda mais a situação do sistema.

Após o início das atividades da empresa no município foram solicitados aos poderes públicos pertinentes que interviessem coibindo as ligações clandestinas, uma vez que a empresa não possui poder de polícia, para que pudessem ser iniciadas as atividades de recuperação do sistema, porém não ouve movimentação destes poderes em nosso auxílio.

Atualmente foram iniciadas as atividades para identificação das estruturas existentes, e abertura dos poços de visita para vistoria, afim de embasar as atividades de recuperação do sistema para garantir a coleta adequada dos esgotos sanitários.

Durante uma dessas vistorias, após a abertura do PV houve o extravasamento do mesmo que estava cheio devido à contribuição clandestina de águas pluviais causado pelo período chuvoso e a equipe de prontidão realizou o desvio para a sarjeta. Informamos que o lançamento observado em vídeo se trata de águas pluviais, foi realizado durante alguns instantes. A Hidro Forte já está atuando na regularização do sistema para início das obras de recuperação.

Reiteramos que a empresa não tem poder de polícia para impedir que as pessoas interliguem o esgoto à rede inoperante e que é preciso uma ação enérgica das autoridades ambientais para coibir as ligações clandestinas. Frise-se que não é cobrada tarifa de esgoto e que o sistema não está em funcionamento. Estamos trabalhando para iniciar sua reabilitação e todos os usuários serão informados do início das atividades e deverão ser cobrados pelo serviço apenas quando o mesmo entrar em operação.

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Bico do Papagaio

AUGUSTINÓPOLIS: Com modelo de parceria inovador, Complexo de Delegacias começa a ser construído

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Foi iniciada em Augustinópolis, no Bico do Papagaio, as obras para construção do Complexo de Delegacias da Polícia Civil.

A obra é resultado de parceria envolvendo órgãos do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, local e estadual.

O projeto começou a ser rascunhado no final de 2018. No início de 2019, a Prefeitura Municipal realizou a doação da área para construção. Já no final de 2019, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Helvécio de Brito Maia Neto, se reuniu com os deputados estaduais para tratar da construção do Complexo de Delegacias da Polícia Civil e solicitar a destinação de recursos para a obra.

O Complexo de Delegacias da Polícia Civil de Augustinópolis vai abrigar a 12ª Delegacia de Polícia Civil, a 13ª Delegacia de Polícia Civil e a 2ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher e Vulneráveis (Deamv);

A licitação para construção do Complexo não teve previsão de lucro (BDI), sendo que a empresa vencedora vai realizar a construção da obra pública apenas e tão-somente com fins sociais. No valor da obra, foram descontados os valores referentes à utilização parcial da mão de obra voluntária dos presos, tendo como contrapartida o direito à remissão de pena, em observância aos fins educativos, produtivos e ressocializadores do trabalho.

Essa será a primeira Delegacia de Polícia Civil do Tocantins construída com essa forma de convênio entre a Polícia Civil e os outros poderes, instituições e particulares.

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Bico do Papagaio

Fiscais de trânsito fazem protestos no Bico

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Profissionais do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), realizam no Bico do Papagaio, n amanhã desta segunda, 19, um protesto encabeçado por fiscais de trânsito, nas cidades de Araguatins e Augustinópolis, além de outras dez espalhadas por outras regiões do estado.

Eles cobram respostas do órgão quanto às reivindicações da categoria feitas à gestão a cerca de seis meses.

Os fiscais querem a criação de uma escala de trabalho, pagamento de gratificação por periculosidade e redaft (Ressarcimento de despesas juntamente com o salário). A categoria reclama que os ficais fazem muitas viagens por mês e que para isso recebem diárias que levam até dois meses para serem pagas pela gestão, o que dificulta e muito a vida dos servidores.

A reivindicação já foi feita, via ofício, pelo Sindicato dos Servidores Públicos Estaduais (SISEPE-TO), a cerca de seis meses, mas até o momento, segundo alegam os manifestantes, nenhuma resposta foi dado pela gestão estadual sobre o assunto.

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AUGUSTINÓPOLIS: Veja os números da Covid-19 deste domingo, 18

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